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sexta-feira, 27 de março de 2015

AO VIVO - ASSEMBLEIA DOS PROFESSORES 27/03/15

A GUERRA DE NUMEROS ENTRE GOVERNO E PROFESSORES. QUEM ESTÁ CONTANDO DIREITO ???

O CIRCO ESTÁ ARMADO...E O POVO FICA COMO PALHAÇO...O GOVERNO DE SÃO

PAULO SUBESTIMA NOSSA INTELIGÊNCIA QUANDO APRESENTAM NÚMEROS TÃO

DISTORCIDOS  EM RELAÇÃO AS  QUANTIDADES DE  PROFESSORES EM GREVE E

PRESENTES NA ASSEMBLÉIA. oS JORNAIS ANUNCIAM MILHARES DE 

PROFESSORES E O GOVERNO DIZ TER POUCO MAIS DE 2.000...AS FOTOGRAFIAS

QUE CIRCULAM NAS REDES SOCIAIS E O VÍDEO DO YOUTUBE  MOSTRAM O

CONTRÁRIO. CHEGA !!! O POVO NÃO É PALHAÇO ! ESTAMOS CANSADOS DO 

CIRCO DO GOVERNO E DA MÍDIA MENTIROSA...

27/3/2015 às 18h23 (Atualizado em 27/3/2015 às 18h32)

Secretaria de Educação diz que greve de professores é ‘ofensiva’ e ‘injustificável’ 

Pasta afirma que a paralisação foi deflagrada sem qualquer tentativa prévia de negociação 

Do R7
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo divulgou nota nesta sexta-feira (27) sobre a greve dos professores iniciada no dia 16 de março.
 Segundo a pasta, a paralisação é “ofensiva aos pais e alunos paulistas” e “injustificável”.




Cerca de 100 mil professores estaduais participaram, nesta tarde, da terceira assembleia da categoria realizada neste ano. 
O cálculo é dos representantes do Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo), organizador do encontro onde foi votada a continuidade da greve.
 Segundo a Polícia Militar, 2 mil docentes se reuniram embaixo e na frente do vão do Masp (Museu de Arte de São Paulo). 
A secretaria afirma que os professores receberam “aumento salarial há sete meses, em agosto de 2014, o que consolidou um reajuste de 45%”. Alega-se também que a greve foi deflagrada sem qualquer tentativa prévia de negociação com a pasta.
“Neste contexto, a Secretaria discorda da conduta da Apeoesp que, com o objetivo de inflar o movimento, tem encorajado os pais a não levarem seus filhos para a escola, privando-os assim do direito incontestável de aprender. A Secretaria reitera que as escolas permanecem em funcionamento e com atividades garantidas”, diz outro trecho da nota.
Adesão e reinvindicações
Segundo a assessoria de imprensa do órgão, a média de comparecimento dos professores nas escolas estaduais ficou em 92% ao longo da semana. A Apeoesp afirma que aproximadamente 60% da categoria aderiu à paralisação.
Os docentes reivindicam 75,33% de aumento salarial como necessário para a equiparação salarial com os profissionais de ensino superior completo (como determina o Plano Nacional de Educação). 

Além disso, exigem a plena aplicação da jornada do piso, a reabertura de classes fechadas, o imediato desmembramento das salas superlotadas, uma nova forma de contratação de professores temporários, aumento dos vales-transporte e refeição, transformação do bônus em reajuste salarial e água em todas as escolas para todos. 
http://noticias.r7.com/sao-paulo/secretaria-de-educacao-diz-que-greve-de-professores-e-ofensiva-e-injustificavel-27032015

quarta-feira, 25 de março de 2015

SÃO PAULO : GREVE DE GARIS E PROFESSORES

 Navegando na "net" não poderia deixar de compartilhar este post do facebook,pois o autor disse tudo e um pouco mais sobre a greve dos professores .

GARIS E PROFESSORES: duas categorias em greve; duas categorias IGUALMENTE IMPORTANTES, independente de títulos (aliás, conheço garis que falam "bom dia!" todas as manhãs e professores que, sequer pedem licença, mas isso é outra conversa) ; porém, duas categorias com diferenças POSTURAIS e SOCIAIS gritantes:
- Os professores não são tão UNIDOS como os garis.
- Os alunos que, por ventura, ficam sem aulas em tempos de greve NÃO INCOMODAM a ninguém; já os LIXOS, à medida que se amontoam causam NOJO; INCÔMODO; INDIGNAÇÃO...porque lixo fede.
- A quem INTERESSA que os alunos tenham uma educação de qualidade e que os professores não precisem dobrar (ou triplicar) períodos para sobreviver.
Sou favorável à greve.
Sinceramente, é ótimo que estas duas greves aconteçam concomitantemente, sabem por quê? Adivinhem quais reivindicações serão atendidas primeiro????

Fonte:https://www.facebook.com Anônimo    Quem souber do autor me informe para os devidos créditos

terça-feira, 24 de março de 2015

QUEM RECEBE O BÔNUS MÉRITO ?


Ao contrário do que acontecia nas edições anteriores do "Bônus educação" no Estado de São Paulo,que mais parecia aquele jogo de  "raspadinha" em que ganhava quem tinha "sorte",atualmente é possível calcular o valor do  bônus da seguinte forma:
  • Se atingida a meta do Idesp, o bônus é de 2,4 salários (100 %);
  • Se superada a meta, o limite de bônus é de 2,9 salários(120%);
  • Se não atingida a meta proposta para a escola , é calculado o avanço desta ,por exemplo : se atingiu  50% da meta, o bônus será o equivalente,ou seja  de 1,2 salário;
  • o profissional da educação precisa ter trabalhado no mínimo 244 dias  que corresponde a  dois terços do ano;
  •  No caso de faltas, haverá desconto proporcional no valor do benefício.
  • As ausências que não são consideradas são: licença-maternidade, licença-paternidade, adoção e férias,as demais como saúde,justificada e outras são consideradas.


PAGAMENTO DO BÔNUS MÉRITO SERÁ PARCELADO !

Metade dos servidores receberá bônus maior

Vanessa Sarzedas e Cristiane Gercina
do Agora
Metade dos 232 mil servidores das escolas estaduais que tiveram evolução no Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo) irão receber um bônus de mais de R$ 3.500.
Segundo a Secretaria de Estado da Educação, os valores maiores serão pagos em duas parcelas: no dia 31 de março e em 15 de setembro.
Já para os professores, diretores, coordenadores e demais funcionários que receberão até R$ 3.500, o pagamento será em parcela única, no próximo dia 31.
Fonte:http://www.agora.uol.com.br/trabalho/2015/03/1607198-metade-dos-servidores-recebera-bonus-maior.shtml

Confirme as informações no site da SEE

http://www.educacao.sp.gov.br/noticias/servidores-da-educacao-receberao-bonus-a-partir-do-dia-31-de-marco

segunda-feira, 23 de março de 2015

A ORDEM É IGNORAR A GREVE DOS PROFESSORES !




Em comunicado emitido pelas diretorias de ensino, a ordem é que as escolas ignorem a greve e façam propaganda de que não apoiam a greve dos professores

Por Redação - em São Paulo

A greve dos professores no estado de São Paulo já foi aderida por quase 50% dos professores do estado, segundo sindicato.
No último sábado (21), os professores votaram pela continuidade da greve em assembleia na Avenida Paulista que reuniu mais de 30 mil docentes.
A ordem que está sendo divulgada em diretorias de ensino é que as escolas ignorem a greve, o comunicado espalhado é que em hipótese alguma o comando da greve deve entrar na escola, este fato será considerado assédio moral.
Com o tom de ameaça, o comunicado emitido também quer que se cole cartazes em todas as escolas com os dizeres: "Não estamos em greve".
A ordem atinge até o grêmio estudantil, pedindo para que seja espalhado nas redes sociais a afirmação de que a escola não está em greve.
Reprimindo a greve, o governo de São Paulo pretende ignorar até segunda ordem a greve da categoria que assola todo o estado.

Segue o comunicado na integra: 

Senhores Diretores de Escola. 
Aviso 
1 - Em nenhuma hipótese o comando de greve deve entrar na escola. Este Fato está se considerando assédio moral
2 - Coloque mensagens dizendo: Esta escola não está em greve
3 - Liguem/transmitam e-mails para os pais dos alunos incitando o comparecimento as aulas
4 - Convoquem eventuais, na possibilidade, V.Sª., o Vice-Diretor, Professor Coordenador deverão assumir com os alunos, trabalhar com os cadernos do Aluno ou outros mecanismos e materiais indicados para tal fim
5 - Não permitir colar cartazes sobre a greve nos portões ou muros da escola
6 - Solicitar dos alunos do Grêmio Estudantil difundirem entre os colegas que as aulas estão ocorrendo normalmente, inclusive utilizando as redes sociais para tal.
7 - O desencontro das orientações acima (aliás que se amparam na Constituição Federal, ECA e L.C 10.261/1968) configura-se descumprimento do Estatuto do Funcionário Público em seu artigo 241. 
São Paulo, 18 de Março de 2015.

ASSEMBLEIA DOS PROFESSORES 20 DE MARÇO DE 2015

Bônus 2015 sai dia 31 de março em valores maiores que os do ano passado

No dia 17 de março,  quatro entidades do Magistério – Apase, Apampesp, CPP e Udemo – tiveram uma audiência na Secretaria da Educação, com o Secretário e a Secretária Adjunta,dentre outros assuntos destacamos o pagamento do bônus e as informações divulgadas nos sites da UDEMO e da APASE indicam que :


  • Bônus Mérito: será pago no dia 31 de março, “em valores maiores que os do ano passado”.
  • Bônus Mérito: será pago no último dia do mês de março, com os mesmos referenciais de anos anteriores (2,4 e 2,9 salários, respectivamente, para os que atingiram 100% e 120% da meta IDESP);

Discurso de Albert Einstein referente a educação que as crianças recebem...

Enquanto a greve de professores cresce, casos de assédio moral se espalharam pelas escolas !

Esse artigo fala tudo...e um pouco mais,vale à pena ler !
Greve dos professores busca reabrir 3.300 salas fechadas

A greve, o silêncio e o tártaro
“Ser Professor e Não Lutar é uma contradição pedagógica”
Paulo Freire
Por Pedro Ramos de Toledo, especial para o Viomundo
Na rede pública do Estado de São Paulo, a Angústia, a Insatisfação e a Sensação de Fracasso Profissional não faltam um único dia.
Não abonam, não tiram licença médica e podem ser encontrados na sala dos professores das 7h às 23h, diariamente, entre a copa do cafezinho e a sala da direção.
Verdadeiros profissionais, nunca chegam atrasados (o fato de morarem na escola ajuda bastante nesse quesito) e se gabam de receber, anualmente, o bônus dedicado aos “excelentes profissionais” que fazem do “mérito” uma importante política de incentivo. E como todo “funcionário-padrão”, nunca, nunca fazem greve.
Este ano o bônus foi bem gordo e Angústia foi às compras.
Os cortes de verbas repassadas às escolas conduziram à carência e à paralisação das atividades administrativas das Unidades Escolares (UEs).
Secretarias deixaram de emitir documentos simples devido à falta de papel sulfite e toner. As áreas comuns se tornaram verdadeiros chiqueiros por falta de material de limpeza; nem mesmo papel higiênico era encontrado.
A verba de manutenção, utilizada para dar um “tapa” nos horrorosos galpões escolares durante as férias, desapareceu. Ninguém sabe, ninguém viu.
As aulas retornaram do mesmo jeito que acabaram no ano anterior: “saunas” de aula sem ventiladores; paredes pixadas e sujas; carteiras e cadeiras quebradas
Insatisfação não deixou por menos. Mais de 3.300 salas de aula foram fechadas, colocando na rua 20.000 professores que laboravam de sol a sol em estado precário.
Milhares de professores efetivos foram obrigados a completar a jornada em até quatro escolas diferentes para poder pagar o aluguel e por comida na mesa.
Professores eventuais são obrigados a passar 16 horas de pé, amontoados em quadras de futebol a centenas, para angariar meia dúzia de aulas.
Desmaios e agressões são comuns, bem como o olhar de desprezo dos funcionários das diretorias de ensino. Salas de aula com 70 alunos, enfurnados em verdadeiros fornos, tornaram-se a regra.
Não há livros didáticos e mateiral de apoio em quantidade suficiente para atender à necessidade dos estudantes. (A apostila do Estado de São Paulo não conta. Criada às pressas em 2007 para despejar dinheiro público nas contas da Gráfica do Grupo Folha, nunca recebeu em oito anos uma púnica revisão. Ela é melhor utilizada para tapar as janelas quebradas.)
E a Sensação de Fracasso? Essa está como um pinto no lixo.
As notas dos Ensinos Fundamental e Médio permanecem teimosamente estacadas no mesmo ponto há vinte anos, Alheias a todas as tentativas de melhoria da educação pelo viés neoliberal; o tráfico atua livremente dentro das escolas, um mercado bastante rico e diversificado.
A violência entre alunos, professores e funcionários é cotidiana, tanto física quanto simbolicamente, fruto do modelo vigente que norteia o ensino público: a escola-prisão.
Atores escolares são lembrados diariamente, por todas as condições acima citadas, o que, aos olhos do Estado e da sociedade, são de fato: Lixo.
Não há outra interpretação. A Escola dos pobres não passa de uma prisão precária, destinada a mantê-los não apenas cincunstritos à periferia, mas também marginais em em seu próprio futuro.
A invisibilidade dos professores da rede do Estado e o silêncio em relação ao tártaro da Educação deixa claro que tal postura não cabe apenas ao nosso Almirante do Tietê, mas também é norma entre a elite branca que desfilas em micareta facistas e trabalha nas redações da grande mídia corporativa. Mas não há nada de novo nesse front.
Frente a essa situação, dezenas de milhares de professores reunidos no vão do MASP, no último dia 13 de março, decidiram entrar em greve por tempo indeterminado.
A pauta de reivindicações é ampla e extensa, assim como é a lista de problemas que enfrentamos diariamente nas escolas e que vão muito além da nossa obscena condição salarial:
– reabertura de todas as 3,3 mil salas de aulas fechadas
– fim da superlotação das salas: máximo de 25 alunos por sala
– readmissão de todos os professores demitidos: fim da “quarentena” e “duzentena”
– fim da divisão da categoria: revogação da lei 1093.
– revogação do decreto do reajuste ZERO!
– reposição das perdas salariais: 75,33% de reajuste para equiparar os professores aos demais profissionais de nível superior.
– redução da jornada de trabalho (1/3 extraclasse já!)
– fim da política de bônus: pagamente de 14º salário a todos os professores
– fim da prova de mérito e da quebra da isonomia salarial da categoria
– convocação de todos os professores concursados e estabilidades aos professores temporários
– fim da limitação de faltas médicas e direito ao atendimento no Iamspe a todos os professores.
– direito de creche a todos os filhos de professores. Pagamento de adicional (auxílio-creche) às mães e pais professores, enquanto essa reivindicação não for atendida
– reajuste do valor do vale alimentação (R$ 30) e vale transporte, e que sejam pagos a todos os professores.
– não à Escola de Tempo Integral do governo tucano (gratificação de 70% para todos)
– não à política de corte de verbas destinada à manutenção das escolas
– garantia de abastecimento de água nas unidades escolares
Cada pauta reivindicatória de nossa greve busca apontar na direção daquilo que nossa categoria entende ser fundamental e imprescindível se quisermos transformar a educação pública brasileira. Esta transformação não pode, em momento algum, ignorar a necessidade de valorização da nossa categoria, hoje tão precarizada quanto as escolas nas quais atua.
No entanto, a despeito do consenso nacional sobre a importância estratégica da educação de base para o desenvolvimento pleno de nosso país, fica claro que em todas as esferas governamentais – assim como nas ditas camadas sociais “superiores” — a situação desesperadora em que vivem os professores brasileiros é um tabu a não ser discutido na sala de jantar.
A precarização de nossa categoria, iniciada pelos golpistas de 64 e consolidada pelos economistas liberais da década de 90, estendeu-se para a periferização dos professores no próprio debate nacional sobre Educação.
Não participamos dos Conselhos Estaduais; não somos chamados para debates públicos ou consultas; Mesmo as univerdades públicas e seus professores, do alto de seus doutorados, tratam-nos com o mais absoluto desprezo: aos seus olhos somos os serventes de pedreiros na construção do edifício do saber.
Uma única noite entre os alunos que frequentam os cursos de licenciatura da FEUSP nos afoga em comentários de deboche com relação à docência.
A maioria deles encara a licenciatura como último recurso a ser utilizado, no caso de tudo o mais dar errado em suas vidas. Isso explica porque apenas 3% dos professores da Rede são egressos de universidades públicas.
Para a Casa Grande, aqueles que educam os escravos não têm absolutamente nada a oferecer. Devem ser silenciados para bem cumprir o papel de carcereiros da juventude preta e pobre da periferia.
Esse descaso ficou ainda mais evidente na última semana. Enquanto nossa greve cresce, fruto do trabalho de milhares de professores organizados nos comandos de greve, centenas de casos de assédio moral se espalharam pelas escolas como uma epidemia.
Dirigentes ameaçaram professores em seu legítimo direito de greve e professores eventuais foram constrangidos a entrar nas salas de professores grevistas.
A ordem da Secretaria é ignorar a existência da greve. Essa política absurda e autoritária foi evidenciada por nota da Secretaria, que afirma que “96% dos professores encontram-se em sala”.
Ora, essa é a taxa natural de presença dos professores em um dia letivo normal. É como se a greve simplesmente não existisse!
Tampouco é possível saber da greve pelos oligopólios midiáticos, aliados viscerais do tucanato paulista.
Na última sexta-feira, 40.000 professores pararam a Avenida Paulista e marcharam em direção à Secretaria da Educação. A Record tratava sobre a calvície; a Band ganhava pontos explorando a morte de um pobre trabalhador atingido por um relâmpago; da Globo, FolhaEstadão e SBT, sequer comentamos: sabemos bem o que esperar desse mato.
Nos portais de internet, todas as notícias se resumem a uma única nota: Professores querem mais aumento. Mais nada.
Cerca de 120.000 professores deixaram claro lutarão contra a este deplorável estado de coisas. 
Nossa luta vai além da recuperação salarial da categoria – essencial e necessária – e se aprofunda na destruição sistemática da educação-mercadoria em favor da escola pública, gratuita e de qualidade para todos. Magistério não é sacerdócio.
Queremos ser tratados como profissionais, trabalhadores que se orgulham do trabalho que fazem e que sabem ser fundamental para o sucesso escolar a construção de condições materiais favoráveis para que ele venha a criar raízes e florescer.
Não lutamos apenas por nós, mas por todos aqueles que sonham e labutam pela construção de um ensino público de qualidade. Pedimos por isso o apoio de todas as forças progressistas que entendem ser a luta pela educação pública algo além de meras palavras vazias.
“Todo ano é a mesma novela”. Foram estas as palavras de Geraldo Alckmim, Governador do Estado de São Paulo, ao ser questionado sobre a greve dos Professores da Rede Estadual de Ensino. Não, governador. Não é uma novela. É um filme de terror. Um filme que o senhor dirige e projeta há vinte anos. Está na hora de mudarmos o rolo do filme. Por bem ou por mal. Ignorar-nos não será mais uma opção.
Na luta.
*Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo.
Fonte: http://www.planetaosasco.com/cidades/conjuntura/3109-