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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Como construir caminhos para a educação em meio ao impeachment
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Maria Alice Setubal

Passada a votação do último domingo (17) sobre a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a sociedade brasileira tem agora um longo caminho pela frente. Precisamos reconstruir pontes que favoreçam um diálogo efetivo para a saída da crise, tanto econômica como política. Mas neste percurso o que acontece com nossa educação?

Dada a emergência da crise econômica que paralisou o país, aumentando o desemprego de forma avassaladora, diferentes economistas apontam saídas para o ajuste fiscal. Já do lado governista, a ênfase fica na manutenção de programas como o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida, ao lado do aumento da oferta de crédito.
Infelizmente, a educação tem sido esquecida por ambos os lados. Assim, fica mais uma vez para trás não só o futuro do Brasil, mas o próprio presente, com suas escolas e alunos. Ajustes de qualquer ordem poderão destravar a economia, mas não trarão mais produtividade ou impulsionarão as inovações consistentes que o mundo global exige. Sem falar, é claro, dos direitos e da importância de construirmos uma cidadania apta a debater de forma mais qualificada sua participação na sociedade. Para isso, precisamos de uma melhor educação.
Os diferentes agentes da educação (como escolas, universidades e organizações da sociedade civil) têm alcançado nos últimos anos consensos em torno de importantes programas ou metas, mesmo tendo posições ideológicas distintas entre si. Esse é o caso do Plano Nacional de Educação, que oferece um mapa que norteia as ações de todas as instâncias com relação à educação, e também é o caso atual da Base Nacional Comum Curricular.
A vontade e a motivação das pessoas para participarem do momento político atual devem ser potencializadas para que não deixemos escapar de nossas mãos a luta pela melhoria da qualidade da educação brasileira.
Em tempos de cortes de orçamento, a sociedade civil pode pressionar seus governantes, exigindo mais transparência e melhor uso dos recursos públicos. É importante também que façamos as seguintes questões: afinal como é gasto o dinheiro destinado à educação básica? Que resultados foram alcançados? Como está a avaliação do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica)? E a infraestrutura das escolas? E a educação infantil, todas as crianças estão matriculadas? Os jovens estão cursando o ensino médio? São oferecidas a eles oportunidades de formação técnica? E o Enem? E os professores, estão recebendo o piso? Têm condições de trabalho e respondem pelos resultados?
Tendo o Plano Nacional de Educação como referência, a implementação do Sistema Nacional de Educação poderá ser um caminho para uma educação de qualidade em todo o Brasil. Contudo, precisamos tornar a gestão dos diferentes estados mais efetiva no alcance da qualidade para todos, contribuindo muito para um melhor uso dos recursos.
Finalmente, é necessário destacar a importância da implementação da Base Comum, que garantirá que todos os alunos do país tenham acesso ao mesmo conteúdo ao longo da educação básica. Para que governos e sociedade se mobilizem pela importância do conhecimento, um caminho pode ser investir em eventos como festivais e feiras de literatura, ciências e matemática, gincanas, concursos e prêmios voltados à educação.
Vale repetir a importância de superarmos a cultura dos diplomas. Afinal, o que realmente faz a diferença na vida das pessoas e do país é a apropriação de conhecimentos que abram as portas da participação cidadã qualificada e de melhores condições de trabalho e de vida. Trata- se da ampliação de referências culturais que possibilitarão novos vínculos entre as pessoas e o conhecimento e com as diferentes instituições que organizam a vida social.
Chavão do senso comum é falar que crises podem se reverter em oportunidade. Pois agora estamos diante dessa possibilidade. Resta saber se realmente conseguiremos amadurecer com todo esse doloroso processo que estamos vivendo.
fonte:http://educacao.uol.com.br/colunas/maria-alice-setubal/2016/04/19/como-construir-caminhos-para-a-educacao-em-meio-ao-impeachment.htm

MARIA ALICE SETUBAL

Maria Alice Setubal, a Neca Setubal, é socióloga e educadora. Doutora em psicologia da educação, preside os conselhos do Cenpec e da Fundação Tide Setubal e pesquisa educação, desigualdades e territórios vulneráveis

domingo, 17 de abril de 2016

SUSPEITA DE FRAUDE : ÚLTIMA PROVA DO SARESP FOI VISIVELMENTE MAIS FÁCIL !

SP: SARESP sob suspeita

É voz corrente dentro da rede estadual de ensino de São Paulo que algo ocorreu com a última edição do SARESP (Sistema de Avaliação de Rendimento do Estados de São Paulo)motivando a elevação das médias da rede. Na opinião de professores e alunos que participaram da prova, ela foi visivelmente mais fácil do que nos anos anteriores. Comprovada esta situação, teremos no mínimo um descuido, no máximo uma fraude.
Circulam ainda algumas explicações técnicas sobre uma possível “calibração” da prova para um patamar de menor exigência. A fase de calibração dos itens garante os parâmetros de qualidade de cada ítem. A fase de “equalização” garante que os itens das provas aos longo do tempo, sejam colocados em uma mesma escala, permitindo a comparação entre as aplicações feitas a cada ano.
O processo de calibração dos itens exige que se pré-teste cada item elaborado quanto à sua capacidade de discriminação, resposta ao acaso e dificuldade, na dependência do modelo de teoria da resposta ao item que se esteja usando. Todo este processo é documentado durante a fase de pré-teste com uma população de no mínimo 300 alunos, antes de ser aplicado a toda uma rede. A Secretaria tem conhecimento, portanto, do nível de dificuldade da prova.
No entanto, como se sabe, não há transparência da elaboração do processo de avaliação na rede estadual de São Paulo, o qual é entregue a empresas terceirizadas de avaliação. As bases de dados não estão disponíveis em formato de microdados que permita recálculo por pesquisadores independentes e, além disso, não há relatório técnico público do processo de montagem das provas e da pré-testagem.
Para se verificar a hipótese de rebaixamento de exigências na prova, seria necessário acessar o comportamento dos itens da prova na pré-testagem do ano de 2015 e anos anteriores que contivessem resultados dos pré-testes contrastados com os resultados finais obtidos nas provas reais, bem como acesso aos índices de discriminação e dificuldade dos itens que compuseram as provas nas suas últimas edições. Nada disso está disponível.
Não seria a primeira vez que teríamos uma situação como esta. Anos atrás, na Cidade de Nova York, Joel Klein, então Secretário da Educação, promoveu um rebaixamento das exigências nos exames da cidade para incentivar a percepção de melhoria na rede e acessar verbas federais. Lá, diferentemente, pode-se constatar o processo de facilitação. Klein perdeu o cargo.
Também aprendemos da experiência americana, o inverso. Quando se trata de acelerar os processos de privatização, as provas podem ser tornadas mais difíceis com o objetivo de culpar professores e escolas pelo fracasso dos estudantes e justificar processos de terceirização.
As provas do SARESP de 2015 e seus resultados estão, portanto, sob suspeita. E esta suspeita somente poderá ser afastada se a Secretaria de Educação constituir uma equipe de pesquisadores composta por profissionais da empresa terceirizada que elaborou os testes e também por profissionais independentes, para emitir um laudo final. Até lá, persistirá a dúvida.
É urgente que o Ministério Público seja acionado para garantir a transparência da qualidade das avaliações no Estado e que a Secretaria de Educação passe a abrir as bases de dados da série de avaliações do SARESP (bem como de seus relatórios técnicos de elaboração, composição das provas e pré-testagem), para serem baixadas e trabalhadas por pesquisadores independentes, na forma de microdados e não apenas em formato de dados agregados pela média das escolas, ou pelo IDESP.
fonte :https://avaliacaoeducacional.com/2016/04/14/sp-saresp-sob-suspeita/

Escritores pedem renúncia de secretário da Educação de São Paulo

Jornal GGN – Depois que o secretário da Educação do Estado de S. Paulo, José Rento Nalini, publicou um artigo dizendo que proliferam direitos fundamentais e que a população exige do Estado coisas que ele não pode dar, a União Brasileira de Escritores (UBE) enviou uma nota de repúdio, exigindo que ele renuncie do cargo.
Para eles, a postura de Nalini é anticonstitucional e o discurso pretende tirar do Estdo a missão elementar e básica de prover educação. “Ao subscrever tamanho disparate, para além de propor o desrespeito à Lei Maior do País e aos milhões de estudantes da Rede Pública do Estado de São Paulo, o secretário Nalini mostrou-se fundamentalmente inapto ao exercício de suas funções”, diz o manifesto.
Da União Brasileira de Escritores (UBE)
Nota
A União Brasileira de Escritores (UBE) repudia a assertiva de José Renato Nalini, secretário da Educação do Estado de São Paulo, em artigo  publicado na página da Secretaria Estadual de Educação intitulado “A sociedade órfã”, no sentido da exclusão da educação como missão elementar e básica do Estado, em contrariedade ao disposto na Constituição da República Federativa do Brasil, em seus artigos 6 e 205 a 214.
Ao subscrever tamanho disparate, para além de propor o desrespeito à Lei Maior do País e aos milhões de estudantes da Rede Pública do Estado de São Paulo, o secretário Nalini mostrou-se fundamentalmente inapto ao exercício de suas funções, pelo que a UBE o conclama a renunciar ao respectivo cargo.
São Paulo, 14 de abril de 2016.
União Brasileira de Escritores – UBE
Durval de Noronha Goyos Junior – Presidente da Diretoria
Levi Bucalem Ferrari – Presidente do Conselho
Fonte:http://jornalggn.com.br/noticia/escritores-pedem-renuncia-de-secretario-da-educacao-de-sao-paulo#.VxFJlbAtlDI.facebook
OBS : Artigo Publicado neste blog : A sociedade órfã
http://www.educacao.sp.gov.br/noticias/a-sociedade-orfa
Por José Renato Nalini




Edgar Morin: é preciso educar os educadores


O Globo: Na sua opinião, como seria o modelo ideal de educação?
Edgar Morin: A figura do professor é determinante para a consolidação de um modelo “ideal" de educação. Através da Internet, os alunos podem ter acesso a todo o tipo de conhecimento sem a presença de um professor.
 Então eu pergunto, o que faz necessária a presença de um professor? Ele deve ser o regente da orquestra, observar o fluxo desses conhecimentos e elucidar as dúvidas dos alunos. Por exemplo, quando um professor passa uma lição a um aluno, que vai buscar uma resposta na Internet, ele deve posteriormente corrigir os erros cometidos, criticar o conteúdo pesquisado.

É preciso desenvolver o senso crítico dos alunos. O papel do professor precisa passar por uma transformação, já que a criança não aprende apenas com os amigos, a família, a escola. Outro ponto importante: é necessário criar meios de transmissão do conhecimento a serviço da curiosidade dos alunos. O modelo de educação, sobretudo, não pode ignorar a curiosidade das crianças.
O Globo: Quais são os maiores problemas do modelo de ensino atual?
Edgar Morin: O modelo de ensino que foi instituído nos países ocidentais é aquele que separa os conhecimentos artificialmente através das disciplinas. E não é o que vemos na natureza. No caso de animais e vegetais, vamos notar que todos os conhecimentos são interligados. E a escola não ensina o que é o conhecimento, ele é apenas transmitido pelos educadores, o que é um reducionismo. O conhecimento complexo evita o erro, que é cometido, por exemplo, quando um aluno escolhe mal a sua carreira. Por isso eu digo que a educação precisa fornecer subsídios ao ser humano, que precisa lutar contra o erro e a ilusão.

O Globo: O senhor pode explicar melhor esse conceito de conhecimento?
Edgar Morin: Vamos pensar em um conhecimento mais simples, a nossa percepção visual. Eu vejo as pessoas que estão comigo, essa visão é uma percepção da realidade, que é uma tradução de todos os estímulos que chegam à nossa retina. Por que essa visão é uma fotografia? As pessoas que estão longe são pequenas, e vice-versa. E essa visão é reconstruída de forma a reconhecermos essa alteração da realidade, já que todas as pessoas apresentam um tamanho similar.

Todo conhecimento é uma tradução, que é seguido de uma reconstrução, e ambos os processos oferecem o risco do erro. Existe outro ponto vital que não é abordado pelo ensino: a compreensão humana. O grande problema da humanidade é que todos nós somos idênticos e diferentes, e precisamos lidar com essas duas ideias que não são compatíveis. A crise no ensino surge por conta da ausência dessas matérias que são importantes ao viver. Ensinamos apenas o aluno a ser um indivíduo adaptado à sociedade, mas ele também precisa se adaptar aos fatos e a si mesmo.

O Globo: O que é a transdisciplinaridade, que defende a unidade do conhecimento?
Edgar Morin: As disciplinas fechadas impedem a compreensão dos problemas do mundo. A transdisciplinaridade, na minha opinião, é o que possibilita, através das disciplinas, a transmissão de uma visão de mundo mais complexa. O meu livro “O homem e a morte" é tipicamente transdisciplinar, pois busco entender as diferentes reações humanas diante da morte através dos conhecimentos da pré-história, da psicologia, da religião. Eu precisei fazer uma viagem por todas as doenças sociais e humanas, e recorri aos saberes de áreas do conhecimento, como psicanálise e biologia.

O Globo: Como a associação entre a razão e a afetividade pode ser aplicada no sistema educacional?
Edgar Morin: É preciso estabelecer um jogo dialético entre razão e emoção. Descobriu-se que a razão pura não existe. Um matemático precisa ter paixão pela matemática. Não podemos abandonar a razão, o sentimento deve ser submetido a um controle racional. O economista, muitas vezes, só trabalha através do cálculo, que é um complemento cego ao sentimento humano. Ao não levar em consideração as emoções dos seres humanos, um economista opera apenas cálculos cegos. Essa postura explica em boa parte a crise econômica que a Europa está vivendo atualmente.

O Globo: A literatura e as artes deveriam ocupar mais espaço no currículo das escolas? Por quê?
Edgar Morin: Para se conhecer o ser humano, é preciso estudar áreas do conhecimento como as ciências sociais, a biologia, a psicologia. Mas a literatura e as artes também são um meio de conhecimento. Os romances retratam o indivíduo na sociedade, seja por meio de Balzac ou Dostoiévski, e transmitem conhecimentos sobre sentimentos, paixões e contradições humanas. A poesia é também importante, nos ajuda a reconhecer e a viver a qualidade poética da vida. As grandes obras de arte, como a música de Beethoven, desenvolvem em nós um sentimento vital, que é a emoção estética, que nos possibilita reconhecer a beleza, a bondade e a harmonia. Literatura e artes não podem ser tratadas no currículo escolar como conhecimento secundário.

O Globo: Qual a sua opinião sobre o sistema brasileiro de ensino?
Edgar Morin: O Brasil é um país extremamente aberto a minhas ideias pedagógicas. Mas, a revolução do seu sistema educacional vai passar pela reforma na formação dos seus educadores. É preciso educar os educadores. Os professores precisam sair de suas disciplinas para dialogar com outros campos de conhecimento. E essa evolução ainda não aconteceu. O professor possui uma missão social, e tanto a opinião pública como o cidadão precisam ter a consciência dessa missão. [Leia esta entrevista no site do O Globo]

Assista a Edgar Morin - Os limites do conhecimento na globalização | No vídeo exclusivo, Morin reflete sobre seus interesses enquanto filósofo e sociólogo: os limites do conhecimento e da razão, bem como a relação entre a poesia e a racionalidade. Ainda, questiona a possibilidade da mudança de pensamento em um mundo globalizado e acelerado. É possível sairmos de uma visão fechada em formas particulares para o pensamento complexo, capaz de ver os problemas em sua integralidade?
http://www.fronteiras.com/entrevistas/entrevista-edgar-morin-e-preciso-educar-os-educadores

PROFESSORES EXIGEM EXPLICAÇÕES DOS CÁLCULOS DO BÔNUS




Professores da rede estadual de São Paulo  fazem abaixo assinado nas redes sociais para exigir  os critérios utilizados para o cálculo e a porcentagem utilizada para o pagamento do BÔNUS 2016,considerado o pior bônus na última década.Fonte :https://www.change.org/p/governador-geraldo-alckmin-devolva-o-b%C3%B4nus-dos-profissionais-da-educa%C3%A7%C3%A3o-de-sp-cortaram-nosso-direito

sábado, 16 de abril de 2016

O PIOR BÔNUS DA HISTÓRIA !


A novela do Bônus 2016 acabou com o o pagamento atrasado de um “bônus miserável” e a negativa de reajuste salarial.

Depois de árduo trabalho  e do envolvimento de tantos profissionais da educação como professores ,coordenadores , gestores, estudantes pra melhorar a qualidade da educação pública,  é inadmissível que a educação paulista seja tratada com tamanha negligência .

A decepção  com o que já está sendo chamado de "o pior bônus” é confirmada por vários profissionais em seus comentários neste blog, nas redes sociais e nas salas dos professores, indignados  e desiludidos com a politica de meritocracia  baseada em um  pagamento  extremamente  confusa  e com critérios obscuros adotado pelo governo Paulista.

Por mais de uma década os sindicatos esbravejam “Os professores  não querem bônus!. Querem salários dignos”.O governo que sempre se fez de      “surdo” ao longo dos anos , por ser conveniente para o discurso da falta de recurso para pagar o bônus, neste ano tentou cancelar o bônus enfiar um aumento de 2,5 % goela abaixo do magistério, justificando um atendimento as reivindicações dos sindicatos

Por várias vezes foram demonstrados por especialistas, que é possível  ter uma educação de publica de qualidade investindo na dignidade do profissional da educação  e nas condições de trabalho ,uma situação depende da outra, não adianta melhorar as condições de infraestrutura garantir material, onde não há projeto pedagógico e professores desmotivados.
A categoria atualmente faz parte do grupo de carreiras  profissionais mais rejeitadas pelas novas gerações, a formação atual é péssima, é comum relatos de professores recém-formados que não sabem escrever um relatório ou preencher um diário de classe, professores de exatas  que não conseguem resolver equações simples, alfabetizadores   que ignoram as regras básicas das fases da escrita e uma maioria que cometem erros básicos de gramática e ortografia.

A educação publica paulista está um verdadeiro caos, outro exemplo deste descompasso  na escola publica  é a dificuldade de reposição dos professores que se aposentaram na ultima década devido às péssimas condições de trabalho ,salários ultrajantes, a violência  cada vez maior e principalmente a  incompetência de gestores que  têm dificuldades de se adaptar às regras de um ambiente escolar
Os professores estão decepcionados com   a política  educacional das últimas décadas no estado, com a meritocracia e com  o governo estadual, que insiste na proposta de  0% de aumento, alegando dificuldades e desrespeitando descaradamente nos últimos anos a data base que é um direito constitucional.

Os sindicatos e entidades estão se organizando para finalizar este mês com atos em defesa do Magistério e dos profissionais da educação. A participação ddos profissionais da educação é importante...a escola pública é nosso maior patrimônio.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

SINDICATOS DECLARAM ESTADO DE GREVE NA EDUCAÇÂO PAULISTA



Sindicatos  : AFUSE,APEOESP ,APAMPESP,APASE,CPP E UDEMO CHAMAM  PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO PARA ATOS EM 29 DE ABRIL.

Campanha Salarial 2016 - Ato Público em 29/4


Campanha Salarial 2016 - Ato Público em 29/4
Entidades lutam por 16% de reajuste para ativos e aposentados
Colegas, da ativa e aposentados, realizaremos um ato público na Praça da República em 29 de abril, sexta-feira, às 15h. Vamos continuar unidos por salário justo e tratamento digno ao magistério paulista. Os professores não suportarão dois anos sem reajuste!

O secretário da Educação, José Renato Nalini, afirmou, em audiência com as entidades do magistério, que não haverá recursos para reajuste salarial em 2016. Portanto, a única alternativa para quebrarmos a resistência do governador é uma mobilização de grandes proporções.

Participe! Mobilize a sua região pela nossa luta. O ato está agendado para a última sexta-feira deste mês.
 
CAMPANHA SALARIAL
  • 16% de reajuste já, para ativos e aposentados;
  • Respeito à Data-Base (1º de março);
  • Publicação do Edital do Concurso Público. Além de diretor de escola e supervisor de ensino, há muitas vagas para professores.
  • FONTE ;http://www.cpp.org.br/index.php/acontece-no-cpp/item/9136-mobilizacao-do-cpp

Seg, 11 de Abril 2016 - 15:21

Professores da rede estadual entram em 'estado de greve', diz Apeoesp

Presidente do sindicato disse que haverá nova assembleia no dia 29. Categoria aguarda pagamento de bônus antes de iniciar paralisação.



Professores da rede pública estadual de ensino estão em “estado de greve”, anunciou o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp). A presidente da Apeoesp, Maria Izabel Noronha, disse ao G1 em entrevista por telefone neste sábado (9) que a categoria vai realizar nova assembleia em 29 de abril.
A possível paralisação de professores e o calendário de greve devem ser anunciados durante próxima assembleia. Até lá, as aulas na rede estadual devem ocorrer normalmente.
Durante o “estado de greve”, os profissionais ligados ao principal sindicato da categoria pretendem visitar escolas para pedir o apoio de pais e alunos.
“As atividades explicarão os protestos da categoria: a questão salarial, os desvios da merenda e a sua qualidade, o fechamento de salas de aula, as condições de trabalho, e o direito à licença para tratamento de saúde, porque o professor é descontado até conseguir a autorização”, disse Maria Izabel.
A presidente da Apeoesp disse ainda que paralisação será decidia apenas na próxima assembleia, porque uma parcela dos professores aguarda o bônus prometido pelo governo, que deve ser pago no próximo dia 15.
“Vamos decidir a paralisação apenas no dia 29, na Avenida Paulista. Se deliberarmos a greve agora, a parcela de professores que aguarda o bônus não adere e a manifestação já começaria dividida”, afirmou.
Entre as reivindicações da Apeoesp está o reajuste salarial relativo à inflação do período desde o último reajuste, em 2014.
Bônus
O secretário da Educação do Estado de São Paulo, José Renato Nalini, afirmou que o bônus por mérito aos professores da rede estadual de ensino será pago ainda na primeira quinzena de abril. O benefício será pago a 223.875 servidores, dos quais 179.162 são professores. O valor será, em média, de R$ 2.008,73, segundo o secretário.
Compromisso dos professores
Em nota, a Secretaria da Educação do Estado informou que se mantém "aberta ao diálogo" e "confia no compromisso dos professores com seu alunado".  O órgão informou que não há fechamentos de sala e que colabora com as investigações do Ministério Público sobre a fraude da merenda. Veja a nota:
"A Secretaria da Educação do Estado se mantém aberta ao diálogo e confia no compromisso dos professores com seu alunado. Cabe esclarecer que a reportagem erra ao reproduzir o discurso do sindicato sobre a estrutura, superlotação de salas e fechamento de classes.
As unidades de ensino continuam recebendo matrículas de alunos que desejam ingressar na rede e realizam o atendimento de toda a demanda. Portanto, não há fechamento de classes, uma vez que as escolas abrem turmas de acordo com a quantidade de estudantes matriculados, obedecendo aos módulos de 30, 35 e 40 alunos para os Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio, respectivamente.
Sobre a Operação Alba Branca, a Pasta reafirma que tem total interesse no resultado das investigações do Ministério Público e da Polícia Civil e ratifica que está colaborando com todos os esclarecimentos necessários. Internamente, há um processo administrativo em andamento, que tem sido acompanhado por um representante da Corregedoria Geral da Administração."
FONTE : http://www.apeoesp.org.br/noticias/noticias-2016/professores-da-rede-estadual-entram-em-estado-de-greve-diz-apeoesp/

Normas relativas à Bonificação por Resultados

    Publicada no Diário Diário Oficial do Estado em 13 de abril de 2016, a Resolução SE 27, de 12 de abril de 2016, estabelece normas relativas à Bonificação por Resultados - BR, instituída pela Lei Complementar 1.078, de 17-12-2008.

Leia, a seguir, a integra da publicação:

"O Secretário da Educação, à vista do disposto na Lei Complementar 1.078, de 17-12-2008, e na Resolução Conjunta CC/SG/SF/SPG 13, de 18-11-2015, Resolve:
Capítulo I
Do direito à percepção da Bonificação por Resultados - BR

Artigo 1º - A Bonificação por Resultados - BR será paga ao servidor das unidades de ensino ou administrativas da Secretaria da Educação que tenha participado do processo para cumprimento das metas, com pelo menos 2/3 (dois terços) de efetivo exercício no período de avaliação.
Parágrafo único - Obedecido ao disposto no caput deste artigo e nos termos desta resolução, a  Bonificação por Resultados - BR também será paga ao servidor que, durante o período de avaliação:
1. ingresse ou passe a ter exercício na Secretaria da Educação;
2. seja afastado ou transferido das unidades administrativas da Secretaria Educação;
3. venha a se aposentar ou falecer, ou seja, exonerado ou dispensado.
Artigo 2º - A Bonificação por Resultados - BR será devida também ao servidor que conte com pelo menos 2/3 (dois terços) de dias de efetivo exercício no período de avaliação, nos termos do inciso VI do artigo 4º da Lei Complementar 1.078 de 17-12-2008, na forma estabelecida em decreto, e que se encontre afastado:
I - com fundamento na Lei Complementar 343, de 6 de janeiro de 1984; e II - para os fins do Programa de Ação de Parceria Educacional Estado-Município.
Artigo 3º - Na determinação da participação do servidor no processo para cumprimento das metas  a que se refere o artigo 1º desta resolução deverão ser desprezadas as frações dos dias de efetivo exercício.
Capitulo II
Seção I
Dos critérios para cálculo da Bonificação por Resultados - BR
Artigo 4º - A Bonificação por Resultados - BR será paga na proporção direta do cumprimento das  metas do indicador global definido para cada unidade de ensino ou administrativa onde o servidor estiver desempenhando suas funções, observado o disposto no caput do artigo 1º desta resolução.
Artigo 5º - O cumprimento de cada meta, de que trata o artigo 4º desta resolução, será apurado pelo Índice de Cumprimento de Metas - ICM, conforme definido na Resolução Conjunta  CC/SGP/SF/SPDR-13, de 18-11-2015.
Artigo 6º - Para fins de determinação da Bonificação por Resultados - BR, os servidores da Secretaria da Educação serão remunerados de acordo com o Índice de Cumprimento de Metas -  ICM, na seguinte forma:
CLICANDO EM MAIS INFORMAÇÕES TEMOS  O TEXTO NA ÍNTEGRA

BÔNUS PROVISIONADO NO BANCO!



quarta-feira, 13 de abril de 2016

BÔNUS 2016:ÚLTIMAS NOTÍCIAS



O valor do Bônus  para cada professor das escolas que atingiram a meta está no E- folha, em folha  de pagamento Suplementar para o dia 15/04/16. 
Até o momento o link para consulta só está disponível  para a  Escola,ou seja ,vai depender dos gestores e GOES para  ver e passar a informação ao interessado.Provavelmente amanhã  estará disponível no Banco.