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domingo, 17 de maio de 2015

Greve dos professores – Docentes vão a OIT contra Alckmin

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Greve de professores crescem e se espalham por vários Estados segundo CNTE

O ano de 2015 está sendo marcado por várias manifestações de professore ,de acordo com a  Confederação Nacional dos Trabalhadores de Educação (CNTE) , 10 Estados brasileiros - São Paulo, Santa Catarina, Pernambuco, Paraíba, Pará, Roraima, Paraná, Goiás, Alagoas, Amazonas e o Distrito Federal - desenvolveram atividades de mobilização ou greve,destaca ainda movimentos semelhantes em várias redes municipais, como João Pessoa (PB) e Juiz de Fora (MG), Itaporanga (SE).
As reivindicações deste profissionais da educação são semelhantes,vejamos:

  • salas de aula superlotadas,
  • falta de profissionais, 
  • descumprimento da Lei do Piso Salarial
  • Falta de infraestrutura nas escolas
  • falta de incentivos e planos de carreiras que atendam as necessidades dos trabalhadores

Todos são unânimes em denunciar que a escola brasileira como está é prejudicial à aprendizagem dos estudantes", e a  luta por uma escola pública de qualidade para todos é a pauta principal . Professores e demais profissionais da educação buscam o apoio
 da sociedade, pois a o caos da educação nacional representa sérios riscos para o futuro do país. 
Veja maiores informações em 

http://noticias.terra.com.br/brasil/greve-de-professores-ja-atingiu-10-estados-diz-confederacao,741979dceb25eedc31395fd47976847429r8RCRD.html

VIOLÊNCIA E AGRESSÕES AFASTAM DOCENTE DA ESCOLA PÚBLICA.



Sempre que a violência nas escolas  ganha as manchetes na mídia as Diretorias de ensino são orientadas pela  SEE para  informar que a rede estadual  conta com o Sistema de proteção escolar e que o Professor Mediador Escolar e Comunitário (PMEC) esta na escola para atuar em ações preventivas contra a violência e aproximar a comunidade da escola,mas infelizmente a realidade não corresponde com o projeto do papel que é lindo e ousado,mas não tem pode para "mudar" a cabeça de equipe gestoras que "engolem" o PMEC e longe dos Holofotes e dos coordenadores do programa  conseguem impor suas "regrinhas de convivência na escola" que nem sempre é condizente com o foco, o projeto e o ECA.

 A maioria dos professores que exercem a função de PMEC  são professores de categoria "F"  e devido sua situação pode "cair fora" do projeto em um simples  "estalar de dedos" da equipe gestora,são reféns da situação precária de contratação da SEE e isso impede que denuncias de casos graves de violência  sejam registradas nas DES e no ROI do projeto SPE,pois o acesso é do diretor e somente este pode acessar o sistema e decidir o que vai registrar,ou seja, muitos problemas são "jogados para debaixo do tapete da burocracia " e as 
escolas mais parecem um "santuário" de paz e tranquilidade.
Infelizmente o projeto do PMEC  apesar de estar na rede nos últimos 5 anos ainda engatinha,o que é uma pena,pois na minha humilde opinião foi o único projeto decente implementado na educação de São Paulo nos últimos anos . O projeto é bom mas  necessita de reajustes importantes para ser de fato na prática o que preconiza na teoria.
 

É importante lembrar aqui que o supervisor que coordena o projeto na DE  deve ser uma pessoa que acredita verdadeiramente no projeto,pois se for uma pessoa que foi escolhida aleatoriamente para "tapar buraco" vai apenas fazer a parte burocrática e impor "projetinhos" que nunca saem do papel,ou seja transformar  a atuação do PMEC na escola é apenas um paliativo para inglês ver. 


Atuei como PMEC de 2009 à 2013 e na prática  posso afirmar com certeza que o PMEC não pode fazer milagre e não é a única solução para o problema da violência nas escolas. 

Prof M Socorro



Professor que teve o nariz quebrado por aluno vai abandonar a profissão

Agressão aconteceu na terça-feira (5) em Rio Claro, SP, no horário de aula.
'Todos da escola sabem como o garoto é perigoso', relata vítima de 36 anos.


06/05/2015 12h02 - Atualizado em 06/05/2015 15h55
Do G1 São Carlos e Região
Aluno quebra nariz de professor usando um tijolo em Rio Claro (Foto:  Roberta Estevão/Arquivo Pessoal)Aluno quebra nariz de professor usando um bloco em Rio Claro (Foto: Roberta Estevão/Arquivo Pessoal)
“Quando tenho aula, já entro na sala com medo. Todos da escola sabem como o garoto é perigoso”. É assim que o professor Walter da Rocha e Silva de Rio Claro (SP) descreve o aluno de 14 anos que o agrediu e quebrou seu nariz com um bloco de concreto dentro da escola na terça-feira (5). Professor de química há 4 anos, ele disse ao G1 nesta quarta-feira (6) que vai abandonar a profissão por falta de segurança no trabalho e má remuneração.
O professor de 36 anos deve passar por uma consulta ainda nesta quarta-feira para avaliar se vai precisar de cirurgia. A agressão aconteceu durante a manhã de terça-feira na da Escola Estadual João Baptista Negrão. Silva relatou que o adolescente fazia bagunça na sala de aula e, após uma breve discussão entre ambos, o jovem foi expulso do local e encaminhado à diretoria. O adolescente, entretanto, retornou à sala para buscar o material.


  •  
  • A escola virou um depósito de alunos. É uma cadeia que os estudantes ficam meio período. Deveria ser assim: o aluno vai porque quer estudar. Se não quiser, não entra"
Walter da Rocha e Silva, professor
“Assim que ele saiu, eu, a diretora e a coordenadora o acompanhamos até a direção. Ele estava na porta da diretoria e, quando me aproximei, fui acertado com o bloco no nariz”, afirmou Walter.
O bloco também acertou uma aluna que estava na secretaria. O menor fugiu da escola antes da chegada da polícia, e o professor foi encaminhado ao pronto-socorro da cidade, onde registrou um boletim de ocorrência. Ele teve ferimentos no rosto e quebrou o nariz. Já a aluna não apresentou ferimentos.
Silva, que trabalha há dois anos na escola e dá aulas de terça e quinta-feira, disse que já sabia do histórico do estudante. De acordo com ele, outros professores já tinham avisado sobre o perigo que o garoto apresentava, por ser  violento e já ter tido problemas com a polícia anteriormente.
Falta de incentivo

Embora seja a primeira agressão sofrida, Silva disse conhecer casos de agressão em outras unidades de ensino. Ele disse que isso se deve ao fato de alunos serem empurrados para a escola desde cedo, mesmo sem vontade de estudar. “A escola virou um depósito de alunos. É uma cadeia que os estudantes ficam meio período. Deveria ser assim: o aluno vai porque quer estudar. Se não quiser, não entra”, afirmou.




O professor, que está terminando a pós-graduação, disse ter a certeza de que vai largar a profissão. “O professor sofre muito no trabalho, é mal remunerado, corre risco e não tem proteção. Se fosse com a polícia, teriam como se defender, mas o que o professor pode fazer? No máximo jogar um giz no aluno”, declarou.


Violência
A Diretoria Regional de Ensino de Limeira afirmou, em nota, que repudia qualquer ato de violência e lamentou o ocorrido na escola. "A direção da unidade prestou todo atendimento ao professor e realiza o acompanhamento do docente. A Ronda Escolar foi acionada e um boletim de ocorrência registrado", explicou.

O comunicado também alega que as escolas contam com o sistema de proteção escolar, que busca incentivar a participação dos responsáveis e da comunidade nas ações preventivas à violência.

"Vale ressaltar que já está agendada uma reunião do conselho escolar com os responsáveis e o conselho tutelar para definir as punições ao estudante de acordo com o regimento escolar. A direção da unidade de ensino está à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos", finalizou.

fonte:http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2015/05/professor-que-teve-nariz-quebrado-por-estudante-vai-abandonar-profissao.html

SE NÃO EXISTE GREVE DE PROFESSORES POR QUE FORAM DESCONTADOS OS DIAS "PARADOS" ????

Nos últimos meses o Governo ignorou o movimento de professores e se negou a "negociar",mais uma vez atitudes equivocadas  marcam a administração estadual,pois se não existe greve por que  governo descontou os dias parados ???

Liminar obriga governo de SP a pagar salários de professores em greve

Geraldo Alckmin diz que seria 'prevaricação' pagar falta por greve.
Professores e secretaria tentaram fechar acordo na Justiça.


07/05/2015 17h47 - Atualizado em 07/05/2015 17h48
Roney DomingosDo G1 São Paulo
A juíza Celina  Kiyomi Toyoshima, da 4ª Vara da Fazenda Pública, concedeu nesta quinta-feira (7) liminar garantindo aos professores estaduais em greve o pagamento dos dias parados.
"A greve é um direito assim previsto pela Constituição Federal. Até que haja solução sobre a legalidade ou não do movimento, afigura-se prematuro o desconto salarial pelos dias da paralisação e de corte do ponto. Defiro, pois, da liminar. Arbitro a multa diária de R$ 5.000,00, por dia de descumprimento", afirmou a juíza no despacho.
A liminar foi concedida em ação civil pública movida pela Apeoesp contra o governo estadual paulista. Os professores estão em greve há 54 dias e o secretário estadual da Educação, Herman Voorwald, disse que vai continuar descontando os dias parados.
A greve é um direito assim previsto pela Constituição Federal. Até que haja solução sobre a legalidade ou não do movimento, afigura-se prematuro o desconto salarial pelos dias da paralisação e de corte do ponto. Defiro, pois, da liminar. Arbitro a multa diária de R$ 5.000,00, por dia de descumprimento"
Celina  Kiyomi Toyoshima,
juíza da 4ª Vara da Fazenda Pública
A presidente da Apeoesp, Maria Izabel Teixeira, acredita que o governo vai recorrer, mas adiantou que vai levar o caso até os tribunais superiores caso seja necessário. Ela também acredita que a liminar obriga o governo a pagar os dias parados imediatamente, o que deve dar novo impulso à greve.
Holerites
Os holerites dos professores em greve no estado de São Paulo começaram a chegar com desconto. O pagamento será feito a partir da sexta-feira (8) e descontará os dias parados em março, primeiro mês do movimento.

Em 1º de abril, a Justiça tinha negado pedido de tutela antecipada feito pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) contra o corte nos salários dos grevistas e, por isso, o governo pôde descontar.
Um dos professores, por exemplo, se ausentou 10 dias das salas de aula durante o mês de março e teve desconto de R$ 563. Em outro caso, por 19 dias, um professor teve abatimento de R$ 1,4 mil (veja abaixo). Nesta quinta-feira (7), o Tribunal de Justiça faz audiência de conciliação e julga o dissídio coletivo.

O governador Geraldo Alckmin disse nesta quarta-feira (6), durante agenda no Palácio dos Bandeirantes, que seria "prevaricação" se ele pagasse integralmente os professores que não tiveram frequência 

Como é que você vai dar frequência para quem não dá aula? Isso é prevaricação."
Geraldo Alckmin,
governador de São Paulo
O governo não faz o que quer, não tem essa liberalidade. Se dá aula, tem frequência. Não dá aula, não tem frequência. Como é que você vai dar frequência para quem não dá aula? Isso é prevaricação. Mas toda disposição de conversa, entendimento, estamos com o mesmo objetivo: recuperação salarial, plano de carreira... Mas há que se aguardar o momento adequado”, disse.
Decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) já indicaram que não é correto descontar salários de servidores em greves que não foram consideradas ilegais.
Destaques de trecho de holerite de professor da rede estadual. Documento foi editado para preservar a privacidade do servidor. No caso, funcionário teve descontos de R$ 1,4 mil no holerite referente aos dias de março. (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)Destaques de trecho de holerite de professor da rede estadual. Documento foi editado para preservar a privacidade do servidor. No caso, funcionário teve descontos de R$ 1,4 mil no holerite referente aos dias de março. (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)
Alckmin voltou a dizer nesta quarta-feira que a greve dos professores da rede estadual de ensino“não tem sentido” e afirmou que a adesão varia de 2,1% no período matutino e 1,9% no período da tarde, segundo balanço de terça-feira (5).
A média de faltas, desde o início da paralisação, é de 2,5%, abaixo até da média normal, segundo Alckmin. “Os alunos estão tendo aula, porque sempre que um professor falta, tem o substituto”, disse.
“Nós dissemos [aos professores] que quando completar um ano do último reajuste, nós vamos avaliar. O governo claro que, podendo, quer dar o máximo, mas não tem como dar reajuste de oito em oito meses. Nós fizemos um programa de recuperação salarial dos professores e os professores confiam nesse trabalho”, completou.
Proposta e reivindicações
A Secretaria de Estado da Educação afirma ter dado reajuste de 45% no acumulado dos últimos quatro anos e diz que apresentou três propostas em reunião em 23 de abril, entre elas manutenção de uma "política salarial pelos próximos quatro anos com data base em 1º de julho". Entretanto, o governo não deu números nem detalhes de qual seria a proposta de reajuste para o dissídio.

Já os professores reivindicam 75,33% para equiparação salarial com as demais categorias com formação de nível superior, além de melhores condições de trabalho. Segundo a categoria, mais de 3 mil salas de aula foram fechadas, o que provoca superlotação das salas de aula restantes.
A garantia de direitos para docentes temporários também está entre as demandas dos grevistas. O sindicato também questiona o pagamento do bônus de R$ 1,6 bilhão a funcionários da Secretaria da Educação do Estado. A quantia é a maior da história, segundo a pasta. No ano passado, foram repassados R$ 700 milhões.
“Trata-se de uma opção do governo pagar bônus e não salário", diz a Apeoesp. A categoria ainda alega que o bônus “não incide sobre os benefícios da carreira, prejudica a aposentadoria e exclui os aposentados.”

ONU RECEBE DENUNCIAS DE PROFESSORES DE SÃO PAULO

A situação da educação no país é desesperadora e em São paulo professores apelam para ONU denunciando a situação caótica do maior e mais rico estado da união.Veja reportagem abaixo



Alckmin é denunciado á ONU por abandono da educação


Iniciativa da subsede Taboão da Serra objetiva levar ao conhecimento da população e da opinião pública internacional o 'quadro caótico das escolas estaduais paulistas'

Por Rodrigo Gomes, da RBA

Professores da rede pública paulista entregaram hoje (4) uma carta à representação da ONU em São Paulo denunciando a situação de escolas, alunos e professores no estado de São Paulo. Segundo o conselheiro da subsede Taboão da Serra da Apeoesp (sindicato da categoria) Antônio de Jesus Rocha, o objetivo é “chamar a atenção da entidade e da sociedade para as péssimas condições e o descaso do governo de Geraldo Alckmin (PSDB) para com a situação da educação pública paulista”.
O documento elenca uma série de problemas, desde relacionados à greve em curso, iniciada em 13 de março, até a falta de material básico nas unidades de ensino. Segundo a Apeoesp, desde dezembro de 2014, o governo Alckmin deixou de de enviar verbas às escolas para compra de materiais de escritório, limpeza e para pequenas obras, como lavagem de caixas d’água, conserto de telhados, pintura e limpeza. “Em algumas escolas os alunos têm de conviver com goteiras, falta de espaço para atividades físicas, animais como pombos e ratos”, relata Rocha.
A subsede Taboão da Serra abrange as cidades de Itapecerica da Serra, Embu das Artes, Juquitiba, Embu Guaçu e São Lourenço, além da própria Taboão da Serra. O documento não foi votado em assembleia geral de professores, sendo específico daquela regional.
Os professores denunciam ainda que o governo Alckmin deixou de investir R$ 7 bilhões em educação no ano passado e se recusa a negociar com os professores em greve, tanto sobre questões salariais como de condições de trabalho. “Relatamos aqui um completo caso de abandono das escolas públicas, onde se perpetua a desigualdade de acesso instituída pelo estado de São Paulo”, diz o documento.
A Apeoesp cita ainda a situação dos professores temporários – a categoria O – em que os docentes não têm direitos trabalhistas garantidos, nem 13º salário ou férias. Também não têm atendimento do Hospital do Servidor Público Estadual e têm de ficar 40 dias sem trabalhar ao final do primeiro ano de contrato e 200 dias no segundo ano.
“As políticas públicas adotadas não vão ao encontro dos princípios estabelecidos na Declaração Mundial Sobre Educação Para Todos, na Lei de Diretrizes e Bases, na Constituição Federal, no Plano Nacional de Educação e no Estatuto da Criança e do Adolescente”, afirmam os professores.
“Para completar o quadro caótico das escolas estaduais paulistas, o governo fechou mais de 3 mil salas de aula, no início de 2015, impossibilitando qualquer forma de trabalho docente e qualquer princípio de equidade e qualidade de ensino, mostrando o completo descaso para com os alunos e professores de escolas públicas”, concluem os professores.
Segundo a representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) em São Paulo, Andrea Bosi, o documento será encaminhado para o escritório da ONU em Brasília e de lá para o Alto Comissariado em Direitos Humanos, para verificar as medidas cabíveis sobre os pedidos dos professores.
Na quinta-feira (7) os professores terão audiência de conciliação com o governo paulista, no Tribunal de Justiça de São Paulo. Há 51 dias em greve, os professores tiveram três reuniões com o secretário estadual da Educação, Herman Jacobus Cornelis Voorwald, mas não foi implementada uma mesa de negociação sobre as reivindicações.
A única proposta respondida foi quanto ao pedido de reajuste salarial dos professores – que pedem 75,33% de aumento, para equiparar o salário deles às demais categorias com ensino superior no estado – que o governo negou, sem apresentar outro valor em contraproposta.
A próxima assembleia de professores será na sexta-feira (8), às 14h, no vão livre do Masp, na avenida Paulista.


Fonte:
Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2015/05/alckmin-e-denunciado-onu-por-abandono.html#ixzz3ZUc8sEf2

quinta-feira, 30 de abril de 2015

POLICIAIS SÃO PRESOS PORQUE SE RECUSAM ATACAR OS PROFESSORES


Ontem,  no Paraná,foram presos 17 policiais  porque se recusarem a participar do cerco aos professores e da violenta repressão que transformou a praça da ALEP em um verdadeiro campo de guerra. Os professores estavam nas proximidades da Assembleia Legislativa do Paraná para acompanhar a votação do projeto absurdo do governo que  que autoriza a mexer no fundo de previdência dos servidores do Estado.



https://www.facebook.com/tirasarmandinho/photos/a.488361671209144.113963.488356901209621/967434959968477/?type=1&theater

No Paraná, policial que não reprime professor é preso


abril 29, 2015 20:44

No Paraná, policial que não reprime professor é preso

 

 De acordo com a Polícia Militar do Paraná, que atacou manifestantes e professores em frente à Assembleia Legislativa, 17 PMs que se recusaram a participar do cerco foram detidos; prefeito de Curitiba já apelou ao governador tucano, Beto Richa, que mande a polícia parar com a repressão 

Por Redação 
Se é possível extrair algum tipo de notícia positiva da manifestação de professores e funcionários públicos no Paraná desta quarta-feira (29) é que nem todos os policiais convocados para reprimir a população concordam com a decisão do governador Beto Richa (PSDB). Ao menos dezessete PMs se recusaram a participar do cerco contra os manifestantes em frente à Assembleia Legislativa do estado e, por descumprir as ordens, foram presos. As informações foram fornecidas pela própria Polícia Militar ao jornal O Estado de São Paulo.
De acordo com a prefeitura de Curitiba, 213 pessoas que protestavam contra um projeto de lei do governador Richa que altera a previdência dos funcionários públicos ficaram feridas em meio a bombas de gás e balas de borracha desferidas pela PM. 
Até cachorros pit-bull chegaram a ser utilizados. 
Diante do cenário de guerra, a prefeitura disponibilizou dezenas de agentes de saúde para acolher a população ferida e liberou os funcionários públicos que estavam trabalhando e crianças que estavam nas creches.
“Estamos fazendo o possível para atender os feridos na Prefeitura, mas nossa capacidade é limitada. Faço um apelo ao governador, Secretaria de Estado da Segurança Pública e Assembleia. Por favor. Momento é de pacificar. Já temos muitos feridos aqui”, apelou o prefeito Gustavo Fruet (PDT).
fonte :http://www.revistaforum.com.br/blog/2015/04/no-parana-policial-que-nao-reprime-professor-e-preso/

OS PROFESSORES SÃO ASSIM TÃO PERIGOSOS ?




Foto de EcoDesenvolvimento.org.

fonte: https://www.facebook.com/tirasarmandinho

GREVE DE PROFESSORES:O OUTRO LADO QUE A TV NÃO MOSTRA PARTE 2

PM de Beto Richa usa gás lacrimogêneo, bombas e balas de borracha contra manifestantes: Há 150 feridos, oito em estado mais grave, diz o Samu

publicado em 29 de abril de 2015 às 17:50
betoParaná 11 - feridosparaná 6paraná 5paraná 8
Créditos das fotos: Mulher ferida, no topo, de Jornalistas Livres; homem ferido, de Giuliano Gomes /PRPRESS, via Affonso Cardoso; as demais, de Ivonaldo Alexandre e Daniel Castellano/ Gazeta do Povo
Batalhão de choque entra em confronto com manifestantes no Centro Cívico.SERVIDORES X GOVERNO
PM e manifestantes entram em confronto e sessão continua; siga votação e protestos
Atualizado em 29/04/2015 às 17h20
O clima é tenso no Centro Cívico durante a manifestação dos professores da rede estadual que estão em greve contra o projeto de mudanças na Paranáprevidência. Por volta das 15h horas desta quarta-feira, policiais militares e manifestantes entraram em confronto na frente da Assembleia Legislativa.
Imagens mostram que os policiais usaram bombas de gás lacrimogênio, balas de borracha e jatos de água são lançados contra os manifestantes.
Segundo o Samu, há 150 pessoas feridas, 42 delas foram encaminhadas para o Hospital Cajuru e oito estão em estado grave.
Também há outros feridos sendo atendidos no Centro Médico do Tribunal de Justiça, mas ainda não há total de atendimentos lá. 
Quatro ambulâncias fizeram atendimento no local. Muitos professores e manifestantes feridos são atendidos na rua e na prefeitura.
Até o momento, cinco pessoas foram presas.
O prefeito Gustavo Fruet (PDT) disse que até o momento houve 34 pessoas encaminhadas ao hospital e mais de 100 atendimentos. 
O prédio da prefeitura está aberto para o acolhimento de feridos na a ação da polícia contra os manifestantes no Centro Cívico.
 As ambulâncias não foram suficientes e equipes da Guarda Municipal foram acionadas para ajudar no deslocamento dos manifestantes feridos.
Fruet repassou as informações em uma entrevista a jornalistas durante o confronto, por volta das 16 horas. Durante a conversa, bombas de gás lacrimogêneo continuavam sendo disparadas pela polícia. O prefeito disse que a ação do governo do estado tem um grau violência desnecessário. “Há dias a prefeitura vem alertando da desproporcionalidade da força.”
O Centro Municipal de Educação Infantil (Cemei) Centro Cívico , que atende cerca de 150 crianças, entrou em contato com os pais das crianças para que fossem buscá-las com urgência. Algumas delas estavam passando mal por causa do gás lacrimogênio utilizado pelos policiais.
Imagens da RPCTV mostram a confusão no Centro Cívico.
Dentro da Alep
Mesmo com o tumulto do lado de fora, deputados estão votando o projeto de mudanças na Paranáprevidência. 
Houver bate-boca entre os deputados e a sessão chegou a ser interrompida, mas a discussão foi retomada.
O deputado Tadeu Veneri disse que o governo vai conseguir aprovar projeto, mas questionou o preço a ser pago. “Este é um momento triste do parlamento”.
Mais cedo, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa aprovou o parecer do relator das emendas feito pelo líder do governo, Luiz Cláudio Romanelli (PMDB).
Em sessão relâmpago, os deputados aprovaram quinze emendas e substitutivos e mandaram o projeto para plenário. 
A tendência é de que apenas três emendas sejam aprovadas em plenário.
Acompanhe as manifestações e votação na Assembleia Legislativa do Paraná do pacote que vai retirar dinheiro das aposentadorias dos professores públicos.
Fonte : http://www.viomundo.com.br/denuncias/policia-do-tucano-beto-richa-usa-gas-lacrimogeneo-e-balas-de-borracha-contra-manifestantes-ha-150-feridos-oito-em-estado-mais-grave-diz-o-samu.html