sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Salário de deputado x salário de professor

Por: Agência Lupa - 05.02 - Leandro Resende
 
 
O ano legislativo começou nesta segunda-feira (5), com a presença dos presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal na sessão do Congresso, e com a reforma da Previdência pairando no horizonte. Com isso, voltou a circular nas redes sociais uma imagem que compara os benefícios recebidos por deputados aos recebidos pelos professores. Até as 19h15, ela já tinha sido compartilhada mais de 370 mil vezes no Facebook.
 
É fato que os deputados recebem R$ 33.763 de salário. Esse valor corresponde ao teto constitucional. Já a média salarial de professores fica acima dos R$ 1.856 informados na imagem.
 
Em junho do ano passado, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ligado ao Ministério da Educação, divulgou um levantamento feito com 2.080.619 professores das redes pública e privada e mostrou que a remuneração média na rede pública é de R$ 3.335.06. Na privada, é de R$ 2.599,33.
 
Os professores da rede pública federal ganham, em média, R$ 7.767,94 por 39,3 horas de aula. Os das redes estaduais, R$ 3.476,42 para 31,1 horas, e os das redes municipais, R$ 3.116,35 por 30,9 horas de trabalho.
 
Isso significa que um professor ganha – de salário – cerca de 10% do total pago a deputados, senadores e ministros. Mas os parlamentares ainda têm direito a uma longa lista de benefícios como auxílio-moradia de até R$ 4.253, imóvel funcional, direito a nomeação de até 25 funcionários para o gabinete e a cota para o exercício da atividade parlamentar, chamada “cotão”. Essa verba varia de acordo com o estado que o parlamentar representa e pode chegar a R$ 44.260 por mês. Ela serve para cobrir despesas com passagens aéreas, telefonia, aluguel de veículos, alimentação do parlamentar e divulgação de seus atos no legislativo, entre outros.
 
Pelo fato de os valores serem variáveis, é impossível chegar ao valor fechado de R$ 141.453 que consta na imagem que circula nas redes sociais.
 
Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados e que ilustra a foto que viralizou, usou R$ 351,2 mil do “cotão” entre janeiro de 2017 e janeiro de 2018. Só com o aluguel de carros, Maia gastou R$ 41,9 mil. Com a divulgação de sua atividade parlamentar, o político desembolsou R$ 260 mil em um ano.  Além disso, o deputado também usufrui da residência oficial da Câmara.

fonte http://www.apeoesp.org.br/noticias/noticias-2018/salario-de-deputado-x-salario-de-professor/

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

PERICIAS DE PROFESSORES READAPTADOS CAUSAM TERROR NA REDE ESTADUAL PAULISTA !



Nos últimos meses o DPME está fazendo uma verdadeira “varredura” nos processos de readaptações de professores da rede estadual de São Paulo e isto tem causado polêmica e terror entre os professores que estão afastados das salas de aula por problemas de saúde e devido as restrições médicas desenvolvem outras atividades no ambiente escolar.
As convocações para reavaliação e novas perícias estão sendo no mínimo arbitrárias, pois o espaço de tempo entre a publicação e a reavaliação é muito curto, o que impede muitos convocados  de se organizarem com relatórios do médico assistente e exames exigidos no ato da avaliação do médico perito, principalmente se considerarmos que o convênio oferecido pelo Estado (IANSPE), muitas vezes não atende a demanda de atendimentos e necessitam de prazos consideravelmente longos para realização de consultas com especialistas e realização de exames, inviabilizando o cumprimento das regras para reavaliação da readaptação.
São várias as   denúncias nas redes sociais de readaptados que descrevem o descaso do DPME em relação ao atendimento no ato da perícia e  um número considerável de professores tem a readaptação cessadas ,apesar dos relatórios dos médicos assistentes e exames de restrições laborais  apresentados.
O momento destas reavaliações  é totalmente inadequado ,pois a cessação de da readaptação no final do  período de atribuição de aulas do ano letivo é extremamente prejudicial ao professor, pois além do problema do retorno a sua atividade de origem sem restrições e sem condições de trabalho, este professor tem classes e aulas atribuídas aleatoriamente nas Diretorias de Ensino .
O professor readaptado que tem  a readaptação cessada neste momento e está voltando para sala de aula não tem a garantia de continuar nas suas escolas de origem, no caso do fundamental I  podendo ir para qualquer escola da diretoria e no caso do Fundamental II e do Ensino médio  sobram apenas  aulas “picadas” em várias escolas ,obrigando o professor a se locomover longas distâncias em um mesmo período prejudicando ainda mais sua saúde  já debilitada e consequentemente a qualidade do seu trabalho em sala de aula.
O deputado Carlos Giannazi (PSOL) ao tomar conhecimento desta situação , protocolou “indicação’ parlamentar  solicitando providencias na Secretaria de Estadual do Planejamento e Gestão em relação aos prazos praticados pelo DPME nestas  convocações e caracterizou tal prática como arbitraria e irresponsável.
Segundo ele, ” tem ocorrido com frequência a publicação de convocação para perícias no DPME com pouquíssimos dias entre a publicação e a realização da perícia, algumas vezes ocorrendo em datas com feriados e “pontes” com pontos facultativos em que as escolas, principalmente, ficam desmobilizadas.  Além do mais, sabe-se que os servidores readaptados precisam juntar documentação recente para ser vista, lida, compreendida e analisada pelo perito. Entre outras formas de desrespeito aos servidores que pleiteiam readaptação nova ou recondução, esta tem sido uma das mais frequentes. E todos sabemos que a saúde já precarização do/a servidora/a também é afetada por este tipo de ato administrativo quase irresponsável. ”

Segundo a ASPRESP - Associação dos professores readaptados do Estado de São Paulo, os professores readaptados estão sofrendo sérios ataques nos   últimos anos,destacando  como   exemplo a Resolução 

SE nº 18  (10/04/2017) que desestabilizou ainda mais o emocional  e a  saúde já precária  dos professores readaptados.


A Resolução citada  prejudicou os professores readaptados temporários e definitivos   com a criação de módulos limitados, obrigando os readaptados caracterizados pelos critérios da Resolução “excedentes” em suas unidades de trabalho  a participar de uma grande movimentação ou melhor uma “remoção forçada” para  adequação aos novos critérios dos módulos, causando um tremendo reboliço em toda rede, pois o profissional passou trabalha em uma escola e sua “vida funcional” ficou em outro escola denominada  sede.
É importante lembrar que de acordo com o já defasado "Estatuto do Magistério",o professor readaptado não tem direito a remoção o que é um absurdo,pois trata o professor readaptado como uma categoria diferente  que  não pertence ao quadro do magistério.
A Justiça através da ação vitoriosa da ASPRESP, derrubou a resolução SE nº 18 (10/04/2017) e os professores readaptados que se sentiram prejudicados pela mudança   conquistaram o direito de retornar a suas escolas de origem. 
A SEE revogou a Resolução nº18(10/04/2017) após a publicação da nova resolução SE nº 9 (31/01/2018) que além da questão dos “excedentes” corrigiu alguns pontos polêmicos da resolução anterior.
Retomando a questão das convocações em “massa” dos readaptados pelo DPME, a  ASPRESP considera que “  As convocações da forma que estão sendo  publicadas e a cessação de muitas readaptações estão  deixando os professores readaptados desorientados, e a principal consequência  da cessação das readaptações a” toque de caixa” como parece estar acontecendo  é a considerável  piora no quadro clínico destes profissionais  que de volta a sala de aula sem condições de saúde só aumenta o  chamado “presenteísmo”, termo que caracteriza o servidor que está presente no seu local de trabalho porem  sua produtividade está comprometida devido a saúde debilitada .
A precarização das condições de trabalho na educação está formando um verdadeiro exército de profissionais debilitados por várias doenças profissionais e uma nova categoria na rede pública de ensino.

Estudos denunciam  que o “presenteísmo” é um dos fatores determinantes para agravar ainda mais a  saúde dos trabalhadores  .

A ASPRESP  alerta que o “presenteísmo” apresenta considerável aumento entre os professores readaptados ,pois  a dúvida sobre sua situação funcional passa a fazer parte de seu dia a dia.

A insegurança no cotidiano do readaptado piora o quadro a cada ano devido a imposições de novas regras via resoluções e instruções publicadas sem um estudo mais profundo de seus efeitos , isso  tende a prejudicar a reabilitação do readaptado piorando ainda mais sua saúde já debilitada e agravada pela precariedade do ambiente escolar  que estão inseridos ,pois este ambiente  continua com os "elementos" causadores de muitas destas enfermidades,como a violência , a falta de recursos mínimos como a ergometria e a desvalorização do magistério.

“É importante lembrar que somente entre os professores existem mais de 14 mil readaptados, de acordo com a pesquisadora Sandra Noveleta Antunes que publicou em 2014 um estudo cujo título já é uma denúncia sobre o problema da readaptação:"MAL-ESTAR E ADOECIMENTO DOCENTE NA ESCOLA PUBLICA PAULISTA:UM PANORAMA PREOCUPANTE "

A cessação de readaptação em massa esta sendo  denunciada nos vários grupos de professores das redes sociais. Professores estão voltando para salas de aula sem as mínimas condições de saúde para exercer suas funções  e isso pode ter um grande “Boom"de licenças médicas nos próximos meses
A pesquisadora e Mestre Maria de Lourdes de Moraes Pezuol publicou primeiro estudo sobre a readaptação no Estado de São Paulo “ IDENTIDADE E TRABALHO DOCENTE: A SITUAÇÃO DO PROFESSORREADAPTADO EM ESCOLAS PÚBLICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO” salienta que a readaptação foi criada para que o servidor público não continuasse em licenças de saúde constantes,ou seja a readaptação preconizava a possibilidade de uma reabilitação,mas na prática isso não ocorre,pelo contrario o ambiente hostil da "discriminação e da invisibilidade" piora o quadro de saúde do readaptado.
Entidades representantes dos professores estão se posicionando para RESGUARDAR A INTEGRIDADE do professor  Readaptado diante da arbitrariedade do DPME.
A ASPRESP está passando orientações para seus associados, mantém um plantão de esclarecimento de dúvidas nas redes sociais, solicitou oficialmente a reunião com DPME e tem indicado a possibilidade de ações individuais como a “Tutela Antecipada”.
O CPP Centro do professorado Paulista em sua página oficial informa que o Departamento Jurídico do Centro do Professorado Paulista vem recebendo diversas reclamações de associados sobre a cessação da readaptação com relatos de perícias realizadas de forma arbitrária desconsiderando o real estado de saúde dos professores. Esclarece que Readaptado prejudicado pode entrar com ação individual."

 


O Deputado Giannazi conclui que essa situação de pânico instaurada entre os professores readaptados deixa claro “ insensibilidade administrativa desse órgão que parece ter se especializado em causar transtornos às servidoras/as, prejudicar sua saúde e prejudicar ainda mais quem passa por estes momentos de dificuldades. ”
FONTE:
CPP https://www.cpp.org.br/juridico/informes/item/12082-orientacao-sobre-cessacao-de-readaptacao

ASPRESP www.aspresp.com.br/
https://www.facebook.com/readaptadossp/posts/1187666587963510

Passo a passo IDESP / BÔNUS 2017

ATENÇÃO !
Passo a passo para ver se a sua escola atingiu a meta IDESP - BONIFICAÇÃO.
1 - Ir no portal SED.
2- Baixar a tela até fico na aprendizagem.
3- Digitar seu login e senha.
4- Ir resultados 2017.
5- Clicar no grafico - meta / resultado.
Pronto.
Boa sorte 
Conheça a ASPRESP- Associação dos Professores Readaptados de São Paulo
Facebook  Professores readaptados do Estado de São Paulo


terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Aulas iniciarão em São Paulo 

com professores estáveis

 em subempregos


Nessa segunda-feira aconteceram em todo o estado a atribuição de 
aulas dos professores categoria F da rede estadual de ensino de São
Paulo. 
Essa categoria é composta por professores que tinham aulas atribuída
em junho de 2007 data da LC 1.010/2007, que passaram a ter 
estabilidade.
O cenário que se viu nessas atribuições foi muito preocupante. 
Mesmo no caso dos professores que conseguiram completar sua jornada de 20h,
o que se viu foram aulas atribuídas em várias escolas diferentes, distantes uma da
outra,havendo casos onde professor pegou em 5 escolas diferentes e distantes 
entre si. 
Esse tipo de situação é humanamente impossível dos professores realizarem,
acarretando em faltas, cortes de salários, etc, ao longo do ano.
Outra parcela de professores categoria F nem isso conseguiram, ficando com o
que se  chama de “aula de permanência”, ou seja, por serem estáveis e não 
serem mandados embora, ficam cumprindo um horário máximo de 9h/aulas,
ganhando apenas por isso,um salário irrisório, até que surja (e se surgir) novas
aulas para atribuírem. 
Tudo isso porque houveram mudanças nas resoluções pra atribuição de aulas 
em que professores: coordenadores e outros cargos estão tendo que voltar às 
salas de aulas,professores readaptados, mesmo com problemas de saúde, também
estão tendo que retornas às salas de aula, a municipalização do ensino (vários aluno
e ciclos escolares estão passando para a rede municipal de São Paulo).
Mas acima de tudo, o massivo fechamento de salas de aula ao menos desde 2015.
Como Alckmin não pode fechar diretamente as escolas (luta travada e ganha pelos
secundaristas nas ocupações de 2015), todo ano ele vem fechando salas de aula.
Por exemplo, só na zona norte, neste ano, a diretoria da Apeoesp revelou que foram
fechadas 200 salas de aula, o que significa quatro escolas médias inteiras fechadas.
Se esses professores estáveis estão nessa situação, como será a atribuição dos 
professores categoria O que começa amanhã, na parte da tarde?
Não terá aula para os categoria O. 
Na prática não são só os professores categoria O de 2014 desempregados 
(cumprindo quarentena), são também os estáveis da categoria F. 
Além disso, os professores categoria O não estão conseguindo pegar aulas nem 
como eventuais, inclusive.
Em 2015, para defender o fechamento das escolas, Alckmin alegava que a 
demanda havia diminuído, entretanto, sequer apresentava um levantamento 
contundente.
Ainda que a demanda fosse menor, as escolas do Estado carecem de infraestrutura
e de superlotação de salas, assim, a manutenção das escolas e salas de aula abertas 
poderia contribuir para melhorar a situação de estudo e trabalho, bem como 
repassar um valor maior às escolas para cada aluno matriculado. 
Mas a realidade é oposta. 
A cada ano fecham-se salas e a superlotação de alunos permanece e até se agravam, 



Fonte: http://www.esquerdadiario.com.br/Aulas-iniciarao-em-Sao-Paulo-com-
professores-estaveis-em-subempregos





  




Filas intermináveis e demissões marcam atribuição de aula dos

 professores do estado de SP

terça-feira 30 de janeiro| Edição do dia




foto: atribuição de aula na Zona Oeste de SP
O ano de 2018 não começou bem para uma grande parte dos professores da rede estadual de São Paulo. Professores que não são efetivos, que possuem inúmeras formas de contratos diferentes, encontraram, mais uma vez uma situação de grande precariedade no processo de atribuição de aulas (momento em que o professor tem atribuída a quantidade de aulas, escola e matérias específicas nas escolas).
Além dos professores efetivos, sob a gestão do PSDB, inúmeras formas de contratos foram criadas para possibilitar uma maior precarização do trabalho docente, bem como dividir uma categoria muito grande que já protagonizou diferentes lutas.
Esses professores atribuem suas aulas após todos os efetivos.
Para eles são destinadas as vagas remanescentes. Esse processo é fruto de uma política do estado para não criar concursos, retirar a estabilidade de professores e criar um contingente que sirva para cobrir as vagas que são deixadas pelo alto índice de abandono da carreira docente, uma vez que é a profissão que exige ensino superior com pior remuneração.
 Além disso, a permanente política de fechamento de salas de aula por todo o estado, também é outro fato que impacta na hora da atribuição, uma vez que são menos aulas a serem ministradas.
O resultado disso é que os dias de atribuição de aula desses professores é repleto de situações absolutamente desumanas, quando professores permanecem horas, às vezes dias inteiros e muitas vezes não saem com aulas atribuídas. Professores com 15 anos de profissão, próximos a se aposentar, novos ingressantes, remanescentes dos concursos que nunca foram convocados, são sujeitos a isso todos os anos. 
O descaso é tão grande, que nos últimos anos, até mesmo a atribuição dos professores efetivos passou ocorrer uma série desses problemas. O resultado disso é que milhares de professores ficam sem aulas.
O Esquerda Diário e os militantes do movimento “Nossa Classe – Educação” estiveram presentes nas atribuições de aula em São Paulo, Campinas e Santo André, e estamos organizando notas e denúncias para mostrar esse absurdo ao qual a educação pública e os professores estão submetidos.
Fonte : http://www.esquerdadiario.com.br/Filas-interminaveis-e-demissoes-marcam-atribuicao-de-aula-dos-professores-do-estado-de-SP

Férias de Professor!!! Que pena acabou !!!!!




HUMORISTA  DIOGO ALMEIDA
Como professor aproveita as férias! Vários tipos de professor e seus modos de curtir as férias!
fonte : https://www.youtube.com/watch?v=lx4rCTjrHUc

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

QUEM    RECEBE O BÔNUS 2017 ???

Ao longo dos anos muitos leitores escreveram sobre suas dúvidas em relação ao pagamento do bônus, de acordo com a legislação (Lei Complementar nº 1078, de 17 de dezembro de 2008) e orientações da SEE.
Os cálculos dos dias para o recebimento do bônus dependem de a escola atingir as metas propostas pelo IDESP e segue os seguintes critérios explícitos na lei:
·        244 dias trabalhados no ano letivo de 2017
Estes 244 dias devem ser corridos, o funcionário da educação que faz jus ao recebimento deve ter no mínimo 2/3 de frequência.
·        Os períodos de afastamentos são descontados (licença saúde, nojo, gala, etc)
·        As licenças maternidade, paternidade e adoção não são descontadas
·        As Férias não são descontadas
·        A falta tem um desconto proporcional no valor do bônus que a escola atingiu.
·         Importante lembrar que cada 8 FMP desconta 1 dia, embora não desconta no salário no Bônus desconta
·         O valor do Bônus é reduzido em 10% a cada dez faltas
·        O valor do Bônus é equivalente ao índice do IDESP, ou seja, o cumprimento da meta por unidade escolar.
·        O limite máximo de valor é 120% do salário do servidor (não incluído auxílio transporte e alimentação).
·        A unidade que atingiu 120% recebe 120%,   100% da meta recebe 100% do bônus ,    50% recebe 50% DO BÔNUS.

·        Segundo a Legislação (Lei Complementar nº 1078/2008), o Bônus deve ser pago até o dia 31/03 de cada ano, apesar disto já ocorreram pagamentos fora desta data como ocorreu no ano passado, com alegação da crise instituída no país.
Download da (Lei Complementar nº 1078, de 17 de dezembro de 2008)

http://www.legislacao.sp.gov.br/legislacao/dg280202.nsf/6279925b177ee40183256b6f00692f13/a2898744a65659d903257523004bf8c1?OpenDocument

COMO ENTENDER O IDESP .


SAIU O IDESP 2017 !


Como  foi divulgado pela SEE saiu o índice do IDESP por unidade  escolar,por enquanto somente diretores e Goes  tem acesso.Nos últimos anos  os resultados do Saresp foram disponibilizados para todas diretorias regionais antes do inicio do ano letivo.
O Site para consulta é : 
http://www.educacao.sp.gov.br/consulta-saresp.html
O site está temporariamente fora do ar para descarregarem os dados . Aguardem !

sábado, 27 de janeiro de 2018

Saresp 2017: matemática avança em todas as séries na rede estadual

Pelo terceiro ano consecutivo, boletins com resultados da avaliação ficarão disponíveis às diretorias regionais antes do ano letivo
Foram anunciados nesta quarta-feira (24), os resultados do Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) 2017. 
O anúncio acontece antes do início do ano letivo, para que as diretorias regionais possam avaliar seus resultados. 
A disciplina de matemática avançou em todos os ciclos de aprendizagem, no Ensino Fundamental (ciclos 1 e 2) e no Ensino Médio.
Destaque para o ciclo 2 do Fundamental (9º ano), que obteve o maior avanço na disciplina: saltou de média 251,0 em 2016 para 256,7 em 2017 – 5,7 pontos a mais.
O Ensino Médio passou de média de 278,1 para 278,3 entre 2016 e 2017 em matemática. Os avanços também ocorreram no 3º ano do Ensino Fundamental (201,8 para 203,6), 5º ano do Fundamental (222,4 para 223,8) e o 7º ano do Fundamental (227,5 para 228,4).
Em Língua Portuguesa a rede estadual de educação também melhorou. 
O Ensino Médio conquistou o melhor resultado da história na disciplina (passou de 273,0 em 2016 para 274,5 em 2017). O 7º ano do Fundamental também elevou a média: 222,9 para 225,8. No 3º ano do Fundamental o resultado passou de 172,3 para 179,2.
Apenas o 5º ano do Fundamental teve queda em Língua Portuguesa (218,6 para 214,3). Para isso, a secretaria vai reforçar as ações de formação específica para professores dos 4º e 5º anos com foco no desenvolvimento das competências leitora e escritora, bem como dos conceitos matemáticos com vista à recuperação das habilidades não consolidadas.
As provas do Saresp foram aplicadas em 08 e 09 de novembro a alunos do 3º, 5º e 7º e 9º anos do Ensino Fundamental e da 3ª série do Ensino Médio em todas as 5 mil unidades. Mais de 900 mil estudantes participaram da avaliação.
Boletins disponíveis por escola
         Os resultados do Saresp estão sendo disponibilizados para cada diretoria regional uma semana antes do início do ano letivo. 
A estratégia da Secretaria é que as unidades possam utilizar os dados no planejamento das atividades. A proposta é que as equipes gestoras identifiquem os pontos mais críticos e criem planos de ação.
Idesp
Além do Saresp, a Secretaria divulga também o Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo) referente a 2017. 
Para o cálculo do Idesp são utilizadas as notas do Saresp (Sistema de Avaliação e Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, além das taxas de aprovação, reprovação e abandono.
Pelo quinto ano consecutivo o Ensino Médio da rede estadual avançou no Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo). 
O ciclo alcançou na última medição 2,36, contra os 2,30 registrados em 2016. A pontuação é a mais alta desde 2008, quando a Secretaria adotou o indicador de qualidade da educação paulista.
O desempenho do ciclo 2 do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) retomou o crescimento e superou a marca anterior. Em 2017, o ciclo atingiu 3,21 (uma diferença de 0,28 ponto em relação aos 2,93 de 2016). 
O ciclo 1 (1º ao 5º ano), por sua vez, teve queda: as notas foram de 5,40 para 5,33. Ainda assim, é o segundo melhor resultado da história.
Os índices indicam ainda que a rede estadual continua avançando para atingir as metas estabelecidas pela Secretaria para 2030: índice 7 no ciclo 1 do Fundamental, índice 6 no ciclo 2 do Fundamental e 7 no Ensino Médio.
O ciclo 1 do Fundamental já atingiu 76,1% da meta 7 (em 2017: 5,33). O ciclo 2, 53,5% da meta 6 (em 2017: 3,21). No Ensino Médio, 47,2% da meta 5 (em 2017: 2,36).
Histórico dos índices ...
Leia na íntegra clicando em mais informações
Fonte : http://www.educacao.sp.gov.br/