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sábado, 18 de maio de 2013

OS MELHORES SALÁRIOS DO MAGISTÉRIO BRASILEIRO !


Rio paga melhor salário da educação no país

17/5/2013 14:50
Por Redação, com ACS - do Rio de Janeiro

Proposta de reajuste de 7% para a categoria já foi enviada à Assembleia Legislativa (Alerj)
Proposta de reajuste de 7% para a categoria já foi enviada à Assembleia Legislativa (Alerj)
O Estado do Rio de Janeiro é o que melhor paga aos professores no país. Um levantamento feito pela Agência de Conteúdo Cartola/site Terra, em abril de 2013, mostra que o Rio tem o melhor vencimento entre as redes estaduais de ensino.

O salário inicial para um professor de 30 horas semanais – maior volume de concursados da Secretaria de Educação desde 2011 – é de R$ 1.878,40. Já o piso nacional, para 40 horas por semana, é de R$ 1.567,00. Portanto, mesmo com uma carga horária menor, o Rio paga salário maior do que o piso nacional.
Na comparação entre os valores pagos aos docentes de 40 horas semanais, o do Estado do Rio tem ainda mais destaque: o professor dessa carga horária que menos recebe em território fluminense tem vencimento de R$ 2.504,53.
Esta semana, o governo enviou à Assembleia Legislativa uma proposta de reajuste de 7% no vencimento-base dos servidores da área. Com esse aumento, o valor inicial para 30 horas semanais vai para R$ 2.009,88; e o menor de 40 horas para R$ 2.679,85. Em 2007, era R$ 1.351,62.
- Em 2007, por exemplo, um professor com carga de 16 horas ganhava R$ 540,64. Atualmente, por esses mesmos dois dias por semana, recebe R$ 1.001,82. Com o aumento de 7% proposto, vai para R$ 1.071,95, para 16 horas. O aumento acumulado é de 92% – afirmou o subsecretário de Gestão de Pessoas, Luiz Carlos Becker.
No Estado do Rio, a hora/aula passa a valer, com o aumento, R$ 16,74. Atualmente, a hora/aula nacional, para uma jornada de 40 horas semanais, de acordo com o piso nacional de R$ 1.567, é de R$ 9,79.
O Rio de Janeiro é um estado que remunera acima do piso nacional já há alguns anos. Além disso, há o salário indireto que é pago aos profissionais da Educação, através dos auxílios – disse o subsecretário.

Desde 2011, os docentes ganharam 30,31% de reajuste, somando o deste ano. Em 2012, o aumento foi de 14,11%, e o governo zerou as parcelas do antigo programa Nova Escola, que terminaria apenas em 2015. Já em 2011, o acréscimo foi de 9,2%. Ainda em 2011, funcionários administrativos também receberam aumento que variou em até 116,04%.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

sábado, 20 de abril de 2013


APEOESP 

Professores de SP fecham Avenida Paulista e decretam greve

Na primeira paralisação iniciada nesta gestão do governador Alckmin, docentes reivindicam reajuste salarial de 36,74% e mudança na forma de contratação de uma categoria de temporários; para governo, agenda do sindicato é 'político-partidária'

19 de abril de 2013 | 16h 35

Professores da rede estadual de São Paulo fecharam a Avenida Paulista na tarde desta sexta-feira, 19, e, em assembleia conduzida pela Apeoesp - principal sindicato da categoria no Estado -, decidiram entrar em greve por tempo indeterminado. É a primeira vez que os docentes param nesta gestão do governador Geraldo Alckmin.
Os professores começaram a se concentrar no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) por volta das 14 horas e chegaram a interromper a circulação de veículos de todas as faixas da Avenida Paulista. A Polícia Militar conseguiu primeiro desbloquear a pista no sentido Paraíso e, mais tarde, no Consolação.
Guiados por um carro de som, os manifestantes saíram em passeata em direção à Praça da República, onde fica a Secretaria Estadual de Educação. De acordo com a Apeoesp, cerca de 20 mil pessoas participaram do ato; a PM estimou em 5 mil.
Para o professor Elisário Silva, que trabalha na capital, falta atenção do governo. “A categoria pede há tempos o que tem de direito. A educação é a base do País.”
Entre as reivindicações, estão reajuste salarial de 36,74%, mudanças no sistema de contratação da categoria de temporários (chamada de O) e cumprimento da jornada de trabalho de, no mínimo, 33% para atividades de formação e preparação de aulas - o governo entende que já cumpre esse porcentual.
Adesão
A presidente da Apeoesp, Maria Izabel Noronha, a Bebel, disse esperar que até 25% da categoria paralisem as atividades na segunda-feira. Segundo a Secretaria Estadual de Educação, 10% dos docentes se ausentaram nesta sexta - diariamente, a média é de 6% de faltas. “Nossa esperança é de que o governo apresente uma proposta. Hoje foi uma resposta ao reajuste apresentado pelo governador.”
A decisão da greve foi tomada na semana em que o Estado anunciou a ampliação do reajuste salarial deste ano, de 6% para 8,1%. Com o aumento, o reajuste escalonado até 2014 passará de 42,2% para 45,1%. A atualização veio para compensar a inflação do ano passado, de 5,84% (IPCA). Os sindicatos reclamam que a política levou em conta porcentuais de bonificação que já eram pagos pelo governo.
Em nota, a Secretaria de Educação afirmou que as reclamações da Apeoesp se pautam em uma “agenda político-partidária”. Também ressaltou a política salarial e o atendimento da jornada. “Entre os principais objetivos da mobilização está a desconstrução do diálogo direto com a rede estadual”, afirmou. / COLABOROU PAULO SALDAÑA
FONTE:http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,professores-de-sp-fecham-avenida-paulista-e-decretam-greve,1023114,0.htm

GREVE DE PROFESSORES PAULISTAS POR TEMPO INDETERMINADO !


Professores decretam Greve por tempo indeterminado!



Em assembleia realizada na tarde de (sexta feira dia 19 de abril) no Vão Livre do MASP, na Avenida Paulista, Capital, mais de 20 mil professores decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira, 22 de abril, pelas seguintes reivindicações centrais:
 Reposição salarial de 36,74% (março/98 a março/2013).
 Reajuste imediato de 13,5%: 2%,mais 5% referentes à recomposição do reajuste prometido para 2012,mais 6% de reajuste já previsto na lei complementar 1143/11.
 Implantação da jornada do piso (33%para atividades extraclasse, rumo aos
50%), nos termos do Parecer CNE/CEB 18/2012 e/ou da sentença judicial
conquistada pela APEOESP.
 Extensão dos direitos dos professores da categoria “F” aos professores da
categoria “O”.
 Concursos públicos para que todos tenham a oportunidade de efetivar-se.
 Direito de atendimento no IAMSPE aos professores da categoria “O”. Pela
derrubada do veto do Governador ao projeto de lei que garante este direito.
 Contra a privatização do Hospital do Servidor/IAMSPE.
 Contra a remoção ex-officio, designação por perfil e avaliações anuais nas
escolas de tempo integral.
 Por uma escola de tempo integral que atenda aos interesses dos filhos e
filhas da classe trabalhadora. Contra a escola de tempo integral excludente,
de quaisquer governos.
 Pelo fim da violência nas escolas. Ronda escolar em todas as escolas estaduais.
Políticas e prevenção e combate à violência nas escolas e nos seus entornos.
 Pela derrubada do veto ao projeto de lei que assegura a presença de psicólogos nas escolas.
 Pela preservação dos direitos dos aposentados.
 Melhores condições de trabalho. 

A assembleia aprovou ainda os seguintes encaminhamentos:
No dia 22/04, os professores comparecerão às escolas para conversar com
estudantes, professores e pais.
Nos dias 23/04 e 24/04: atos, panfletagens,diálogos com a comunidade e
outras atividades regionais.
No dia 25/04 – participação no ato contra a privatização do Hospital do
Servidor/IAMSPE – em frente ao Hospital – horário a confirmar.
No dia 26/04 – ASSEMBLEIA ESTADUAL – 14 HORAS – VÃO LIVRE
DO MASP - AVENIDA PAULISTA
– SÃO PAULO.

A assembleia considerou uma afronta 
à categoria o reajuste de 2% proposto 
pelo Governo, sobretudo porque utiliza 
uma estratégia de tentar enganar os 
professores, ao dizer que o reajuste é de 
8,1%. Omite que 6% já estão previstos 
na lei complementar 1143/2011. 



Por 
outro lado, mesmo insuficientes, os 2% 
de reajuste só estão sendo concedidos 
agora face ao nosso movimento e, na 
prática, “descongelam” a política salarial 
do governo. 



Se conseguimos 2%, com 
a greve podemos conseguir mais.


Os professores também rechaçam as 
tentativas do Governo de tentar desqualificar 
a APEOESP e de tentar intimidar os 
professores da categoria “O” e demais 
professores. 



Não vamos aceitar. 



Quanto 
mais forte a greve, menor o poder de 
intimidação do governo.


Professores categoria “O” 
têm direito de fazer greve 



Cabe ressaltar que os professores 
da Categoria “O” têm direito de aderir 
à greve e, a exemplo dos demais, não 
podem ser penalizados por conta da 
paralisação da atividades.


Os professores que se sentirem ameaçados  
e/ou constrangidos a não aderirem 
ao movimento grevista poderão 
protocolar requerimento junto à Unidade 
Escolar, conforme modelo em anexo, a 
fim de comunicar que as ausências ao 
trabalho dar-se-ão em razão da greve,

requerendo que seja, assim, respeitado 
o exercício desse direito constitucional.

Ato unificado 
do funcionalismo

Após a assembleia, realizou-se uma 
grande passeata até a Praça da República, 
passando pela sede da Secretaria de 
Gestão Pública. Na Praça da República 
ocorreu um ato unificado do funcionalismo

estadual, com a presença de lideranças 
sindicais, deputados, centrais sindicais,
partidos, entidades estudantis e outras 
entidades da sociedade civil. 

Outros setores,
como a saúde, segurança, transportes 
também estão em mobilização salarial e os 
movimentos tendem a crescer.

A GREVE É NOSSA. GOVERNADOR, A CULPA É SUA
FONTE : http://www.apeoesp.org.br/publicacoes/apeoesp-urgente/n-17-professores-decretam-greve-por-tempo-indeterminado/


sexta-feira, 19 de abril de 2013

Ontem, 11:31:06 / Matéria visualizada 2317 vezes / Comentários: 7
PRESIDENTE DO CPP COMENTA O AUMENTO DE 8,1% NO SALÁRIO DOS PROFESSORES DE SP
+
A edição de “ O Estado de São Paulo” de hoje, 17 de abril de 2013, veicula a matéria “ O salário de Professores vai subir 8,1%”.

O jornal ouviu e destacou a opinião do presidente do CPP, professor José Maria Cancelliero:

O presidente do Centro do Professorado Paulista (CPP), José Maria Cancelliero, diz que o pacote do governo foi feito em cima da defasagem. "Mesmo com os 8%, ainda ficam devendo no mínimo outros 3% da gratificação. Sem contar a inflação desde 2011."SECOM / CPP

FONTE:http://www.cpp.org.br/noticiascpp.php?id=7982

APEOESP MANTÉM DATA DE ASSEMBLÉIA COM PROPOSTA DE GREVE


Qui, 18 de Abril 2013 - 16:55

COMUNICADO ÀS SUBSEDES - URGENTE

O Governo está encaminhando à ALESP proposta de reajuste de 2% sobre os 6% já previstos para julho de 2013, perfazendo 8,1% de reajuste total. Reafirmamos: o reajuste anunciado é de 2%.

Por:
O Governo está encaminhando à ALESP proposta de reajuste de 2% sobre os 6% já previstos para julho de 2013, perfazendo 8,1% de reajuste total.
Reafirmamos: o reajuste anunciado é de 2%.
Estima-se que com estes 2% fique contemplada a inflação de junho de 2011 (data de vigência da Lei Complementar 1143/11) a junho de 2013. Entretanto, nossa reivindicação é de um reajuste salarial de 36,74%, para reposição de nossas perdas acumuladas desde fevereiro de 1998.
Há três aspectos a destacar:
  1. A proposta é insuficiente e não atende nossa reivindicação;
  2. Por outro lado, na prática ela “descongela” a política salarial do governo, dando margem à pressão por um reajuste maior.
  3. Não houve, porém, negociação com as entidades, como prevê o artigo 5º da Lei Complementar 1143/11, uma conquista da APEOESP.
O governo deveria, no mínimo, conceder além dos 2% mais 5% referentes à recomposição do reajuste prometido para 2012. Lembre-se que o governo anunciou 10% de reajuste para julho de 2012, mas embutiu o percentual referente à incorporação da GAM, objeto de outra lei. Na prática, o reajuste de 2012 foi de 5%.
Reafirmamos, portanto, a luta pelas nossas reivindicações. Todos à Assembleia Estadual, 19/04, 14 horas, Vão Livre do MASP, Avenida Paulista.
Presidência da APEOESP
Secretaria de Comunicações

quarta-feira, 17 de abril de 2013



A escola hoje e os alunos 
que não aprendem

ROBERTO LEAL LOBO E SILVA FILHO
É preciso rever modas como o valor universal do trabalho em grupo, a 'postura crítica' em vez do conteúdo, a profusão de tudo que é 'social' ou extracurricular

A educação brasileira está em crise. 
Além da recorrente violência escolar a imprensa noticia com freqüência casos de alunos armados ou com drogas, além de agressões a professores, pais e filhos parecem achar que a escola não pode contrariar os alunos ou exigir desempenho.
As próprias famílias não conseguem impor limites aos filhos  às vezes, nem os pais têm limites, algo que se espraia à sala de aula.
Esse problema, que está se tornando quase epidêmico no Brasil, não é desconhecido em outros países.
Neste momento, vale lembrar um livro francês que nunca foi muito divulgado no Brasil. Para quem está preocupado com a situação das escolas, vale ler "A Escola dos Bárbaros", de Isabelle Stal e Françoise Thom, publicado no Brasil pela Edusp ainda em 1987, apontando um cenário que só se agravaria no Brasil nas décadas seguintes.
As autoras são duas professoras francesas que contam a degradação que viam surgir nas escolas daquele país já na década de 1980. Os problemas que elas enxergaram nunca soaram tão familiares.
Elas consideram que a falta de disciplina nas escolas reflete uma sociedade que "adota o prazer como o ideal, em todas as direções  para tal sociedade, o objetivo da civilização é se divertir sem limites".
Ou seja, a escola desistiu de conduzir os jovens à vida adulta.
Nesse sentido, as autoras acertam em cheio ao apontar a profusão de práticas extracurriculares, fáceis e sem conteúdo, que servem para matar o tempo do jovem, como um dos grandes problemas da escola de hoje em dia. Os pais brasileiros podem reconhecer com facilidade essa moda dominando também as nossas escolas.
Nas palavras das autoras: "É uma enganação afirmar que a inaptidão para expressar-se, que a ignorância crassa em história, em geografia, em literatura e a incapacidade em seguir um raciocínio elementar" sejam um preço que tenhamos de pagar para que todos se sintam à vontade na escola, permitindo a "inclusão" de todos os alunos.
Sob o pretexto de instaurar na escola a igualdade, o ensino é nivelado por baixo. Não há como escrever melhor do que elas: "A ambição da igualdade a todo preço desencoraja o esforço de aprender, tipicamente individual".
Não se pode abandonar o ensino de conteúdo ou deixar que os alunos escolham o que querem aprender. É possível incluir todos os alunos na escola isto é, democratizar o ensino, criando uma escola que atenda à massa sem a atual catástrofe.
Além dessas teses, as autoras criticam, com muita dureza, pedagogos, professores, administradores, sindicatos de professores e a nova geração de pais.
Os sindicatos, especialmente, estão mais preocupados em defender a mediocridade e o corporativismo. Eles apontam soluções simplistas para todos os males que afligem o ensino básico, como o aumento dos orçamentos ou ações tecnológicas nas escolas.
Isso sem falar nas ideologias que banalizam o ensino, como se o papel principal da escola não fosse tirar o aluno da ignorância.
O livro pode ser ácido e ter adjetivos em excesso. Pode até ser injusto com relação à importância de democratizar o acesso à educação, algo fundamental para diminuir as injustiças da sociedade.
Mas ele é preciso ao defender a destruição de alguns paradigmas tão em moda no Brasil, como:
- A qualidade inquestionável e universal do trabalho em grupo;
- A "postura crítica" sobreposta à absorção de conhecimento;
- A frouxidão e a permissividade em vez de disciplina e cobrança;
- A prioridade das atividades "sociais" em vez do estudo persistente;
- A valorização dos pesquisadores de banalidades;
- A ênfase nas metodologias em vez dos conteúdos.
Vale a reflexão: quantas gerações de alunos serão prejudicadas até o estudo persistente e o conteúdo voltarem a ser valorizados?
ROBERTO LEAL LOBO E SILVA FILHO, 74, professor titular aposentado do Instituto de Física de São Carlos da USP, é presidente do Instituto Lobo. Foi reitor da USP

fonte: Matéria publicada no Jornal Folha de São Paulo, 23 de outubro de 2012.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Vereadores de cidades do interior paulista semi analfabetos recebem 5 vezes o salário do professor pós graduado.do

Qual professor será a próxima vitima ?



28/03/2013 13h05 - 

Alunos jogam lixeira em 




professora na Grande SP


Agressão aconteceu em Franco da Rocha.
Dirigente regional de ensino diz que estudantes serão punidos.


Segundo o dirigente regional de ensino Celso Nicoleti, haverá punição aos envolvidos. “É inadmissível que ocorra um fato como esse dentro de uma unidade escolar. Todos os procedimentos relacionados à apuração dos fatos ocorrerão”.
Uma professora foi agredida por alunos de uma escola estadual de Franco da Rocha, na Grande São Paulo. 
Na segunda-feira (25), estudantes apagaram a luz da sala de aula e jogaram uma lixeira que acertou o olho da professora de sociologia e filosofia Maria de Fátima.
A agressão aconteceu na Escola Estadual Zilton Bicudo. "Quando eu estava saindo, próximo da porta já, as luzes apagaram e a lixeira veio na minha direção", disse a professora. "Na hora eu senti muita dor, não consegui enxergar nada, deu um desespero."

A Secretaria de Estado da Educação não permitiu a entrada da reportagem da TV Globo na escola. O quadro de luz que foi quebrado e desligado fica no fim de um dos corredores internos. Essa não foi a primeira vez que os alunos provocaram um apagão.


A Delegacia de Ensino abriu um procedimento disciplinar. Além disso, segundo Nicoleti, o colégio está convocando o conselho de escola, formado por professores, alunos, pais e funcionários para que tome providências. “Pode ocorrer uma suspensão ao aluno ou até mesmo uma transferência compulsória”.
Para Nicoleti, é importante a participação da família junto à unidade escolar para que o caso não se repita. “A família tem o papel de acompanhar o desempenho dos alunos”.
fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/03/alunos-jogam-lixeira-em-professora-na-grande-sp.html

quinta-feira, 28 de março de 2013

Caiu o Bônus e a mídia faz propaganda





É impressionante... como a mídia jornalistica só divulga aquilo que é conveniente  para os governantes desta "republiqueta" que só patina na educação...leitores mal informados e alfabéticos funcionais que leem reportagens sobre o bônus acreditam que os professores estão "chorando de barriga cheia" e que a grande maioria receberam uma "bolada " de bônus .
A maquiagem da SEE de São Paulo é fantástica , esse pessoal consegue dar nó em pingo d"água para tirar de foco o problema da educação pública no Estado de São Paulo e a mídia jornalistica continua a mesma da velha ditadura...conivente com absurdos...com os olhos vendados ,afinal manchete sobre o  caos educacional  não vende ... os urubus querem mesmo é divulgar sangue e desgraça...isso dá ibope e  vende os produtos dos patrocinadores.Absurdo!
Obs: Graças a Deus agora temos a internet.


Após garimpar entre várias reportagens divulgadas na "net" enconstrei  a reportagem abaixo que foi a única a questionar algumas posturas da SEE :


Secretaria de Educação de SP divulga bônus para 206 mil servidores

Valores são atrelados a metas das escolas. Ao todo, 83% teriam cumprido ou ultrapassado índices estimados

iG São Paulo 
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informa que paga nesta quinta-feira R$ 590,2 milhões em bônus a 205.869 servidores de 4.183 escolas estaduais que cumpriram ou ultrapassaram no ano passado as metas de desempenho do Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp). Segundo a Secretaria, docentes, supervisores, diretores e demais profissionais da Educação recebem bonificação de até 2,9 vezes o valor de seus vencimentos.
Cerca de 114 mil profissionais ganharão até R$ 2.500,00. Mais de 52 mil receberão até R$ 5.000,00. Outros 28.978 educadores terão até R$ 8.000,00 em bônus. Valores superiores a R$ 8.000,00 serão pagos a 9.894 funcionários da pasta. Dos 163.824 integrantes do magistério que serão contemplados, cerca de 158 mil são professores.
Neste ano, 14,08% dos servidores ganharão de R$ 5.000,01 a R$ 8.000,00, sendo que em 2012 o percentual de funcionários que receberam esses valores foi de 12,2%. Enquanto no ano passado, 3% dos profissionais foram bonificados com mais de R$ 8.000,00, neste ano 4,81% dos funcionários serão contemplados com montantes superiores a esse. 
A base para o cálculo do bônus é o desempenho das escolas no Idesp, que no ano passado foi de 2,59 consideradas as médias de todos os níveis de ensino. Merece destaque o avanço no Ensino Médio, cujo índice aumentou de 1,78, em 2011, para 1,91, em 2012.
As 4.183 unidades que atingiram ou superaram as metas estabelecidas para 2012 representam 83,7% das 4.997 escolas que participaram do Saresp no fim do ano passado. Das 4.183 unidades bonificadas, 2.676 são de Ensino Médio. O número de escolas neste nível que atingiram ou superaram suas metas é maior em relação ao ano passado.
Critérios não são claros
A Secretaria de Educação divulgou no ano passado que haveria mudanças nos critérios para bônus em 2013, incluindo indicadores sócioeconômicos, mas aparentemente não houve. A Secretaria não convoca a imprensa para a divulgação dos dados e esclarecimentos.
Em 2012, após a divulgação, o iG mostrou que a escola com o maior Saresp fraudou a prova . 
Fonte :http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2013-03-28/secretaria-de-educacao-de-sp-divulga-bonus-para-206-mil-servidores.html